Recentemente a Vineyard São Paulo perguntou através de sua conta institucional no Twitter (instituição no sentido amplo, caras, calma) o que seus seguidores (no sentido microblogger da coisa) acham da mudança do nome institucional para “Porque odeio religião”.
Não é a primeira iniciativa do tipo da Vineyard São Paulo. O domínio proibidopessoasperfeitas.com aponta para o site institucional da igreja – cujo nome de usuário no Twitter, inclusive, é @proibidopessoas. Não bastando uma frase de efeito lançam mão agora de outra mais contundente. A pergunta era um tanto tardia, já que o domínio porqueeuodeioreligiao.com já está redirecionando para a página da Vineyard Capital (VC, doravante, para facilitar – pra mim, claro).
Não houve muitas mensagens de retorno ao anúncio, apesar da relevância da questão e dos mais de 1200 seguidores da Vineyard Capital no Twitter, o que reforça minha impressão de que o microblogging, salvo poucas exceções, é a instrumentalização da arte de falar sozinho. Mas isso é outro assunto… quanto às respostas conseguidas pela declaração, duas gostaram discordando, se é que fui claro, e outras concordaram bem à maneira web, escrevendo em apoio frases como “abaixo rótulos”, “religião#fail” e “criativo e atraente”.
Julio Soder, experiente, apontou ser infantilidade começar a se apresentar para o leitor a partir de quem se odeia. Também respondi rapidamente, dizendo que achava a ideia inadequada por uma série de motivos. Por estar cansado das discussões pouco práticas no Twitter, resolvi deixar para expor os motivos aqui. Não considero a atitude da VC apenas infantil, como o pastor Julio. Considero-a demagógica, desonesta e sem sentido. A estes motivos explicados, pois.
Demagogia
Ao dizer que odeia a religião a VC está sendo, com a licença da expressão lugar-comum, filha de seu tempo. A atitude é estruturalmente semelhante à de um hipotético político que expulsou a filha lésbica de casa mas começou a apoiar projetos de lei em apoio à homossexualidade apenas por conveniência eleitoreira. A VC é uma instituição (queiram ou não) cristã, com declaração de fé, líderes e sistema de crenças. Isso, campeões, é o que a humanidade e seus bilhões de filhos desde o início dos tempos entende por religião.
A insatisfação com a religião em si, que vem de vários meios e atinge uma grande parcela da chamada elite intelectual, é o politicamente correto até mesmo no cristianismo em seu meio mais progressista. Sendo uma instituição religiosa na prática e para todos os fins e sistemas, dizer que odeia religião não é ousar, mas cantar no mesmo tom da época. É uma mera conformidade, é tentar se tornar menos espinhosa para seu público alvo, que é a de gente cansada do discurso religioso.
Desonestidade
Acontece que parte das pessoas cansadas da religião não estão cansadas do sistema religioso em si. Elas estão cansadas da Moral, do fardo do Amor e do Bem. Elas não querem que Deus exista, pois o mal interior é visível a Ele. Ou, pelo menos, gostariam que Ele existisse mas não se importasse com nada.
E, apesar de demagogia geralmente ser desonestidade, separei este ponto especialmente para dizer porque a atitude da VC foi desonesta. A aparência leve e descomprometida da propaganda e das frases de efeito é o chamativo para uma igreja, conforme eles próprios dizem, 100% baseada na Bíblia, que condena tudo que as Escrituras condenam. Ou seja, por trás da roupagem que se identifica com seu tempo está um discurso de dois mil anos, rejeitado pelos tempos atuais.
E sou plenamente de acordo com a adoção da Bíblia integralmente como regra de fé. Quem não gostará muito disso serão os jovens pós-modernos que verão que a propaganda foi enganosa – os que odiavam a religião eram, na verdade, uma religião das mais dedicadas e boa no que faz!
Falta de sentido
As duas frases de efeito adotadas institucionalmente pela VC são questionáveis. “Proibido pessoas perfeitas” é igualmente uma demagogia. Uma igreja que pretende livrar-se da atmosfera pesada dos sistemas religiosos começa com uma frase contendo uma proibição e outra contendo ódio. Proibições e ódio: eis os dois principais problemas apontados pelos críticos da religião contra o cristianismo e outros sistemas de crença sendo a base da divulgação de uma igreja não-religiosa. Entendes o que lê?
Se um cristão atingisse um dos alvos apontados por Jesus quando Ele propôs que fôssemos perfeitos como o Pai celestial é perfeito¹, ou se acreditasse no conceito neotestamentário da perfeição¹, tal cristão não poderia entrar na VC, já que lá ele seria pessoa explicitamente proibida. Jesus, inclusive, perfeito homem, provavelmente teria problemas para entrar na sede da VC. Mas se por acaso estivessem lá dentro, teriam que sair imediatamente caso vivessem a verdadeira religião apresentada pelo apóstolo Tiago³, já que lá se odeia a religião.
Isto é, a VC diz basear-se cem por cento na Bíblia, mas a própria Bíblia fala em pessoas perfeitas e em religião. Mas, claro, não convém usar a Bíblia quando se escolhe a adequação aos tempos. E sendo obviamente uma religião, dizer que odeiam a religião não seria odiar a si próprios?
Obviamente o que a VC quer é impacto, não fazer sentido. Quando a mensagem do Evangelho choca é rejeitada. Quando a propaganda choca causa atração. Como o choque do Evangelho é impopular o choque da propaganda é mais eficaz para atrair pessoas. A loucura e o escândalo da pregação congregam menos que as frases de efeito e o material gráfico de primeira.
Por fim, a iniciativa não choca muita gente além dos que já são cristãos. Analogamente, é como se tornar popular zombando do nerd chato. É do tipo “veja, somos melhores que aqueles protestantes históricos que insistem em ter regras de conduta e também não somos místicos mirabolantes como os pentecostais – somos o meio termo que você procura”. Em qualquer tempo da história o nome dessa prática é sectarismo. De dentro, usa o que condena em um sistema conhecido para promover-se. Pura e simplesmente, a comunicação da Vineyard Capital é em altíssimo grau um canal para aquilo que condena.
[Update - valeu, Ricardo, pela correção da má expressão no último parágrafo]
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¹ Mateus 5:48.
² I Coríntios 2:6, II Coríntios 13:11, Filipenses 3:15, Colossenses 4:12, Tiago 1:4.
³ Tiago 1:26-27.
P.S.: Citar nomes é questão de ética. Críticas veladas meio que impedem a réplica adequada.
P.P.S.: Caso não tenha ficado perceptível, este post é uma resposta à pergunta feita no Twitter.

Seu texto está com uma lógica bem interessante, Téo. Muito boas suas observações. Duas coisas só pra constar:
1. Infelizmente, apesar da ótima lógica, o risco de tanta convicção na sua defesa pode soar arrogante e equivocado, já que ao final dele, vc comete o erro inocente (mas grave) de julgar a igreja (pessoas, líderes, valores) por meio da sua propaganda. “Pura e simplesmente, a Vineyard Capital é em altíssimo grau aquilo que condena.” Essa frase é completamente equivocada e tem um julgamento precipitado. E eu não falo aqui por conhecer o dia a dia da comunidade, mas por saber que você, muito provavelmente, não conhece. Logo, a frase correta ser dita seria “Pira e simplesmente, a COMUNICAÇÃO da Vineyard Capital é em altíssimo grau um CANAL para aquilo que condena”. E aqui, me refiro a uma máxima da comunicação que você utilizou mesmo sem perceber: “o meio é a mensagem”, afirmou McLuhan, explicando que até no modo como falamos já existe algo para ser interpretado – e não apenas o QUE falamos.
2. Faltou você pesquisar só um pouco a mais, ao menos pra contextualizar o leitor sobre o slogan “Proibido pessoas perfeitas”. Essa expressão é uma apropriação da comunicação feita pela VC, modificada a partir da ideia de John Burke, da igreja Gateway em Austin, Texas. A frase original é “Proibida a entrada de pessoas perfeitas”, somada a uma outra, da mesma igreja, que diz “Venha como está”. O conceito aplicado pela Gateway é muito específico e eu, sinceramente, nunca tinha pensado do lado que você pensou. Só que não consigo concordar sobre a possibilidade de existir alguém que se pense perfeito (vamos excluir Jesus aqui, apenas pra facilitar a conversa sobre humanidade) nesta terra. A lógica que o pr. Burke apresenta, obviamente, é aquela apresentada pelo próprio Cristo em outras palavras: aquele que se pensa perfeito e santo, que olhe um pouco mais e descubra o quanto ainda precisa entender sobre si mesmo. O que a gente tem, portanto, é uma contradição num primeiro olhar, já que o próprio Cristo também afirmou, como você lembrou no texto, “sejam perfeitos como vosso Pai é perfeito”. Só que, acreditando que o texto bíblico se completa (e não se contradiz), eu quero acreditar que isso se refere a uma busca pela perfeição, mesmo que aqui haja um imperativo. O “sede perfeitos”, na interpretação totalmente subjetiva e passível de falhas que faço, tem a ver com (1) ter consciência de quem verdadeiramente é – logo, ter humildade; (2) ter consciência de que não se deve ficar como está, mas sim voltar ao princípio original do Criador. A Vineyard Capital, se pretende propor a ideia conceitual de “proibida a entrada de pessoas perfeitas”, precisa também explicar, muito claramente, o que significa “permitida a entrada de pessoas imperfeitas”, ou seja, “venha como está”. Coisa que o pr. John Burke fez durante alguns anos (não apenas meses) para toda comunidade que o cercava.
Já sobre “porque eu odeio religião”, continuo taxativo como você: eu também não gosto muito de propaganda que escolhe o negativo para agir, pensando sob uma ótica cristã. Preferia que não houvesse.
Ótima proposição discutir isso aqui.
Abraço saudoso e terno.
Ricardo.
Olá quando tiver tempo vou ter o prazer de responder, mas quando vc vier em sp por favor nos procure. Fique com Deus
Ricardo,
1. obrigado pela correção. Como estava escrito eu acabava batendo em gente que nada tem a ver com o assunto. A última coisa que desejo é parecer arrogante, pois apesar do tipo de argumentação, parto sempre a princípio de um profundo respeito pelo que o outro diz.
2. Não conhecia a frase de outro meio. Sendo da maneira que você diz, a ideia que Burke passa é correta, embora a frase seja desnecessária no contexto em que é usada. É uma frase de impacto, mas meio que sem significado. Chama a atenção, mas não me agrada.
Valeu pela disposição em escrever um grande e proveitoso comentário!
Jota,
espero a resposta.
E obrigado pelo convite. Quando vier a Rondônia passe aqui em casa.
Em agosto estarei em Rondonia ae agente marca de sentar e conversar
Mesmo que a frase seja no sentido do “venha como está” ainda foi usada pra impactar e hoje em dia sinceramente eu não sei oq se espera desse tipo de coisa, outro exemplo é aquele site pornô cristão, quem eles pensam que chocam?
Ao menos em mim o que choca é essa fixação pela vida sexual alheia.
Não sou um estudioso da “etimologia gospel”, mas o sentido de religião sempre se tornou pejorativo para a conveniência das novidades.
Lembro-me de quando a “igreja” Renascer condenava os pentecostais, que ainda prezavam pela doutrina dos usos e costumes. Chamavam os irmãos da Assembléia de Deus de religiosos e pregavam um suposto ropimento com a religião, ou seja, o abandono daquelas práticas hiperbolizadas como primitivas e repressoras.
Mais tarde, a febre do G12 invadiu o Brasil e a “acusação” de religiosos (e fariseus) foi direcionada aos tradicionais que abominavam as manifestações histéricas que apareceram junto com o movimento de Cesar Castellanos, que, diga-se de passagem, colheu muito do “hype dos bichinhos” que apareceu primeiro na Vineyard.
Hoje o sentido de religião voltou a ser convenientemente usado do lado que se considera portador da sã doutrina. Acusam o desvio descarado da fé cristã de ser religião. Olha só como a significação foi completamente alterada!
Agora voltemos ao sentido original da palavra, que deverá ser pesquisado, já que não encontrei fonte confiável para reproduzir aqui. Se o verdadeiro significado, o original, for o de uma nova comunhão como o divino não seria mais correto dizer que “amamos a religião” e não o contrário?
Religião, uma bandeira do inferno (Glênio Fonseca Paranaguá), é um livro que traça os paralelos entre “Evangelho” e “Religião”.
É uma leitura didática e repetitiva, mas, bastante proveitosa.
Tenho percebido ultimamente que engalfinhar-se com as palavras é uma atitude deveras traiçoeira. Costumo dizer que as palavras, os termos, não são donos de si. E estão aos cuidados de quem usa. De quem fala, comunica. O que é “religião” pra mim pode não ser para outrem. Em um texto meu, fruto de um “perrenhe” santo com um texto do Sandro Baggio, eu tento explicar melhor essa questão: Minha conjetura sobre instituição.
Não julgo as intenções da Vineyard Capital. Aliás, seria de muito mau gosto de minha parte julgá-los, já que mesmo que eles estivessm 95% errados em sua “praxia” cristã, têm feito muito mais para ajudar pessoas em nome de Jesus do que tenho feito (ou não feito), mesmo que eu pense estar 95% certo em minha “doxia”. Claro que isto não tornar-se-á uma desculpa para abonar os “erros”. Mas, não posso fugir da importância dos frutos para reconhecer a idoneidade de uma árvore.
Seu texto, Teo, é pertinente. Talvez perscrutador demais, mas, para qualquer efeito pode ser útil para os que não nutrem intenções sinceras em tempos de pós-modernidade nas igrejas. Estes têm a oportunidade, frente o texto, de sondar se seus métodos refletem uma ingenuidade justificável ou se uma perspicácia propagandista travestida de “Evangelho”.
Para os que com amor fazem o que está ao seu alcance e dentro da linguagem (do mundo) a que pertencem, a fim de ganhar ao menos uns poucos para Cristo, o texto não ofende.
Particularmente creio que todo tipo de rejeição pura a um determinado tipo de pensamento é prejudicial. Se queremos romper com certos dogmas, não será através de palavras de impacto mas sim através de ações verdadeiras (eu fico meio puto ao escrever clichês). O fato é: a VC não vai se diferenciar nunca de outras igrejas, e isso é simples: todas tem sua maneira de pensar de forma exclusivista, veja que ao se dizer que pensa conforme a Bíblia, a prática será que uma interpretação será aceitável, não necessariamente todas. Enfim, o problema da igreja é ela existir.
Hum, eu lembro de ter visto a pergunta da Vineyard (as vezes eu até esqueço que o @proibidopessoas são eles..) e nem me animei de responder. Primeiro, porque se essa pergunta fosse ser respondida a sério, não haveria de caber em 140 caracteres.. Aliás, quase nada sério cabe em 140 caracteres (menos, considerando o nome no reply).
Em segundo lugar, porque desde o princípio eu sinto tratar-se de uma discussão praticamente inútil – embora eu tenha uma preguiça dos infernos (aí talvez, um pequeno grande pecada da minha parte) de argumentar do porquê do meu sentir – eu já me sinto velho para tacar pedras na ‘religião’ e dos seus malefícios… Eu queria mesmo era falar das coisas que trazem vida. Sim, é tempo de falarmos de vida e da Vida. Correndo o risco de ser mal-compreendido devido a minha brevidade, encerro aqui, pq já me cansei… ahhaha
Agrada-me a disposição de vocês em escrever bastante em resposta! =)
Claudinha, realmente choca.
Thiago Bomfim, isso me lembra o FUD, famoso no meio computacional. Desacredita-se aquele que aparentemente é o oponente para ganahar espaço.
Thiago Mendanha, meu medo era esse: que confundissem o que eu disse quanto ao modo de comunicação fosse uma crítica à prática da comunidade, que não foi o que eu critiquei.
Rap, bom comentário, mas por que diz que a igreja é um problema em si?
Walter, 140 caracteres era realmente pouco, tanto que respondi aqui.
Talvez unicamente por conta de sua liturgia.
E a igreja pode ser resumida e medida unicamente por sua prática litúrgica?
Eu desisti de achar q o cristianismo daria certo sem igrejas, liturgias, religião e todo o pacote.
Somos ovelhas e precisamos de pastor, não adianta fugir do bando (falo por experiência própria), o resultado é q ficamos perdidos fora dele.
Pode ser q dê certo tentar manter uma certa distância, mas ficar completamente de fora é tornar-se inútil no reino.
Opinião pessoal tá?
Rapaz, o Mendanha falou foi “bUUUnito”, viu? Brinque não…
Eu acho que a única forma da gente julgar se “proibido a entrada de pessoas perfeitas” ou “um site pornô cristão” choca e funciona, é perguntando se isso já foi eficiente pra alguém. Se há um grupo mínimo de pessoas que teve impacto e transformação a partir disso, eu não só assino em baixo, como apoio. Porque, ao meu ver, a gente também às vezes é um bando de jovem velho e chato demais – e, claro, incluindo a mim mesmo.
Tenho visto na blogosfera, muitos posts como este, que possuem um tema super pertinente, mas que tem sua relevância enfraquecida pela desatenção do autor em esclarecer alguns pontos, ou pelo menos, não arriscar que suas intenções fiquem reféns de uma frase dúbia ou capciosa.
As palavras possuem suas armadilhas, jogar com elas, nem sempre é uma boa escolha.
Também não me agrada, a desvirtualização ocorrida com a palavra religião. Também não me agrada, a utilização de marketing para a propagação do evangelho. Também não me agrada, o levantamento vão de questões para coisas que estão mais do que claras.
O debate é sadio e importante. Mas devemos ser mais zelosos com a construção de nossos pensamentos, para que não fujamos do tema e não aproveitemos de um “gancho” para levantarmos, embutidamente, questionamentos sobre coisas que já veem nos incomodando à tempos.
Endosso o que foi dito pelo Ricardo Oliveira, Thiago, Thiago Mendanha e faço coro com o Walter: “Falar de coisas que nos trazem vida.”
Abraço e Paz
Não entendi, Antonio. Você diz “para que não fujamos do tema e não aproveitemos de um “gancho” para levantarmos, embutidamente, questionamentos sobre coisas que já veem nos incomodando à tempos”, mas questionamentos que vêm nos incomodando não são justamente assuntos a ser levantados?
Sim. Mas em seus devidos temas, com a explicitude necessária.
O que quis dizer, foi que o caminhar da sua dissertação, apontam outras insatisfações, mesmo que sutilmente, mesmo que “veladas”. E por isso, mereceriam seus próprios posts, para dialogarmos separadamente.
Fazendo uma alegoria, talvez não muito feliz: Assemelha-se a quando criticamos a escalação da seleção brasileira, seu esquema tático e atuação, quando na verdade, o que não aceitamos mesmo, é o porque do Dunga ser o técnico!
Dunga???
Mano, quais seriam essas insatisfações sutis e veladas? Sério, não consegui entender. Eu busquei ser o mais claro, específico e explícito possível, tanto que citei todos os nomes sem cortes…
Teo, desculpe se fui enigmático. Não foi a intenção. Nossa amiga Claudinha, me confidenciou no msn que também não capitou minha intenção.
Pois bem…
Desde o começo do texto, você dá algumas dicas de que desaprova as ações da VC, desde a sua impressão sobre o Twitter, a qual implícitamente, descreve também a sua impressão sobre quem o usa, pelo menos os que usam da forma “negativa” que você descreveu. Apesar do debate sobre Twitter realmente ser outro assunto, o fato de você inserir esta impressão, já demonstra uma primeira ponta do iceberg da sua insatisfação.
Quanto ao que você falou sobre DEMAGOGIA, não discordo em nada. Por isso, que no meu primeiro comentário, disse que o post possue um tema super pertinente. Neste quesito, vejo que sua construção não só atingiu o alvo certo, como também, servirá de luz para muitos.
Volto a questionar sua fala no quesito DESONESTIDADE. Na frase: “demagogia geralmente ser desonestidade”, você reconhece a redundância com o item DEMAGOGIA, redundância qual eu concordo em conceito e exposição. Mas no mais, você aponta pessoas que tem certos pensamentos em relação à Deus, pensamentos meio fantasiosos, ao meu ver, pois essas pessoas misturam sentimento de culpa e pesar pela incapacidade própria de praticar o Bem ou o Amor, e que por isso, estariam cansadas do que hoje em dia, é tido por religião e gostariam da existência de um Deus indiferente. Sinceramente, não conheço ninguém assim.
A sua expressão: “boa no que faz”, completa o descortinar do seu descontentamento geral com a instituição VC, num tom irônico.
No último quesito, FALTA DE SENTIDO, me desculpe, mas ao meu ver, você foi desonesto. Pois interpretou de forma literal, uma frase que apresenta o seu sentido, mesmo sem estar entrelaçada ao seu contexto, como o Ricardo Oliveira explicou muito bem. Para finalizar este item, concordo e o considero brilhante quando diz: “Quando a mensagem do Evangelho choca é rejeitada. Quando a propaganda choca causa atração”.
Com tudo isso quero dizer, que o tema inicial, sobre o suposto ódio à religião utilizado pela VC, realmente é algo questionável e concordo com você, não acredito que o evangelho precise de “estratégias”. Agora no demais, percebi estes pequenos resquícios que na verdade, aparentam um desagrado já existente em relação a toda a VC, e não somente às frases mencionadas como indica o post. Leia-se o “toda a VC”, para até 90%, caso exista algo lá que lhe agrade. Por isso, disse que você se utilizou de um gancho, para externar outras insatisfações que ficaram veladas, ao meu ver: sobre Doutrina, Forma, Comunicação, Estratégias, Método evangelístico e Mensagem da VC.
Finalizo dizendo que entendo a sua insatisfação, em boas partes concordamos, mas vejo que é mais proveitoso para o diálogo, tratarmos dos temas de uma forma mais partidária, dando mesmo nosso rosto à tapa, mostrando todas as nossas intenções e insatisfações, sempre vestindo nossas críticas e discordâncias com respeito, o qual, você muito bem utilizou.
Paz
Ps.: Desculpe o livro.
Mano, não peça desculpas por um comentário longo: eu fico grato por ele. Isso mostra que você se interessa pelo tema que eu abordei. Comentários longos e bem argumentados me agradam, mesmo que eu tenha que dar uma longa resposta!
Quanto ao que abordei no item Desonestidade, não falei em pessoas incapazes em praticar o Amor e o Bem, mas desinteressadas, o que é diferente. E eu conheço pessoas assim – eu já fui uma delas. Mesmo assim, basear apenas em quem se conhece seria péssimo para argumentação. O ideal seria discutir sobre a possibilidade e a proporcionalidade de pessoas nessa situação, o que, admito, precisaria de uma discussão própria, mas também deve-se admitir que se eu não limitar as explicações de certos temas a resumos vou escrever um livro toda vez que tratar de um assunto polêmico.
O “boa no que faz”, ao contrário do que parece, não foi irônico. Eu quis dizer realmente isso, adaptando ao contexto de alguém que chegasse à VC esperando um ambiente livre de religião e acabasse encontrando uma religião em termos e em prática. Só isso. A falta de dose adequada no uso da ironia gera confusões como essa, o que faz o Ricardo ter ainda mais razão…
Já na parte em que você critica a literalidade no ponto falta de sentido eu fui bastante irônico. Meu argumento nesse item é, desconsiderando a ironia, que não tem sentido que uma igreja faça propaganda de sua mensagem e prática, que afirmam ser contrária à religião, usando frases que contém proibição e ódio em sua estrutura, justamente o que é mais criticado nas religiões. Mesmo que seja um exagero calculado, as frases correm mais risco de serem mal compreendidas que as minhas ironias durante o texto o foram.
E não, Mano, não tenho nada contra a comunidade da Vineyard Capital. Conheço pouca coisa da Vineyard em geral, e não tenho nada a considerar sobre doutrina, liderença, sistema de crenças, ou o que seja. Temia que fosse entendido dessa maneira, e inclusive falei diretamente ao Jota por email que nada tinha contra a VC. O Ricardo me ajudou nesse ponto, orientando um ajuste na expressão do último parágrafo para deixar claro que eu estava criticando a área de comunicação e marketing da VC, e não a comunidade inteira.
Jamais desejo questionar algo sem conhecer, e não ponho em cheque a sinceridade e a prática cristã da comunidade da Vineyard Capital enquanto igreja de Cristo. Mas a propaganda da mesma, enquanto departamento de uma igreja local e divulgação da mesma, é problemático, e realmente mantenho as críticas que fiz.
Quanto à crítica ao Twitter, mais uma brincadeira que parece ter sido fora de hora. Apesar de ter sido jocoso, penso algo parecido com aquilo, e já pretendia mesmo ter escrito sobre. Foi um pensamento solto que caiu no texto e, vejo, deveria ter evitado também.
E obrigado pelos questionamentos – não peça desculpas de novo! Certamente eles ajudarão em escritos futuros.
Abraço!
“E a igreja pode ser resumida e medida unicamente por sua prática litúrgica?”
Consegue diferenciar uma igreja nos dias atuais por algo diferente de sua liturgia?
A Claudinha já tinha me orientado quanto às partes que eu levantei questionamentos, serem na verdade, momentos de humor soltos no texto.
É interessante observarmos, que a crueza de um texto, nem sempre nos indica com maestria a real intenção do autor. Uma sugestão que lhe faço é que escreva contando que o internauta não conhece o seu humor, os leitores mais assíduos do blog já identificam suas intenções, eu não consegui. Garanto que a partir de agora irei melhorar neste quesito também.
Acredito que os leitores que por ventura caíram na mesma cilada interpretativa que eu, irão ser elucidados com a sua última resposta.
Obrigado pelos esclarecimentos, enfim, pingos em todos os i’s.
Abraço.
Rap, sim, é plenamente possível.
Mano, valeu, e desculpe o transtorno, hehe.
Teo, vou fazer um texto. Talvez consiga me expressar melhor…
isso não é um blog.
é um fórum de discursão.
texto muito bom Teo. mas
vou ler com mais cuidado
pra comentar com mais
propriedade.
Muito bom seu texto… Quer dizer, muito bem escrito…
Só acho uma pena você jogar uma pedra tão polida sem antes se esforçar pra entender um pouco a mensagem do @proibidopessoas e da VC.
Vou tentar explicar…
Me diz uma coisa. Você é perfeito? Um simples ‘sim’ ou ‘não’.
Eu não sou perfeito. Erro e erro feio. Sempre. E a misericórdia de Deus me sustenta. E no amor dEle eu encontro perdão. E pq eu O amo, busco caminhar em Seus passos.
Eu não sou perfeito e reconheço isso. Eu sou tão pecador quanto qualquer um.
Eu tiro a minha ‘capa de santo’ e abro os braços pra receber outros pecadores como eu, sedentos de Cristo e necessitados de salvação, como eu.
Se a sua resposta pra minha pergunta foi ‘sim’. Então de duas, uma. Ou você não entendeu a pergunta (pq não quis ou…), ou você realmente não será bem-vindo… Desculpa…
A última pessoa perfeita que eu conheci, morreu numa cruz por mim…
Em segundo lugar…
Não sei se você tem tido contato com “gente do mundo” ultimamente, mas odiar religião é realmente uma coisa muito comum hoje em dia. Já percebeu?
Pois é… E me perdoe discordar com você, mas nem todo mundo que odeia religião odeia a moral.
Deixa eu tentar esclarecer pra você:
Quando as pessoas dizem “odeio religião”, muitas vezes elas estão dizendo “odeio a religiosidade”. E eu odeio religiosidade.
Onde existe religiosidade não existe moral, mas sim o Moralismo.
E pra falar a verdade, eu odeio moralismo. Não consigo suportar julgamentos hipócritas. Não consigo suportar a “superioridade” de alguns “cristãos” e “igrejas”.
E pra mim, Religião de verdade é Jesus Cristo, crucificado no meu lugar, ressurreto e Rei. Fora isso, são apenas métodos, processos, regras e regimentos criados por homens, e como tal, completamente questionáveis, adptáveis e algumas até dispensáveis.
Então… Onde está a desonestidade ou a demagogia?
Pra mim, faltou da sua parte um mínimo de esforço pra entender a mensagem.
Agora… Como disse o Jota, venha nos visitar. Venha nos conhecer… Domingos às 18h na Rua Augusta, 778. É perto do Inferno. Não tem como errar
Duvido que encontrará demagogos desonestos sem-sentido… Ninguém aqui é perfeito, mas somos (ou buscamos ser) honestos o suficiente pra admitir nossa imperfeição e nossa necessidade constante e dependência de Deus.
E por favor. Não venha me dizer que não estava julgando as pessoas ou qualquer besteira do tipo. Não vejo como é possível julgar a mensagem sem julgar a pessoa. Se você foi isso que tentou fazer, falhou miseravelmente.
E eu sei que eu também falhei miseravelmente em alguns aspectos desse meu comentário. Mas é que eu não sou perfeito, sabe?
E no fim… Esperemos pelos frutos, pela graça e misericórdia de Deus e para a glória única e exclusiva dEle, somente.
fica na Paz.
Abraço.
Olá, Guilherme. Ainda bem que você admite que falhou “miseravelmente” no seu comentário, porque de fato foi o que aconteceu. E não foi porque você “não é perfeito”, em mais uma frase de efeito típica das religiões que você critica, e também típica da propaganda do tipo que critiquei, mas porque você não foi cuidadoso e coerente.
Primeiro porque você partiu do princípio de que o que eu escrevo é falso, e por isso desconsiderou minhas explicações dos pontos controversos. E segundo porque você partiu do princípio que eu sou bastante religioso e conservador, o que é mais falso que sua argumentação.
Eu não tenho que responder se sou perfeito ou não, porque tal pergunta, na atual discussão, é capciosa. Se eu digo “sim” sou condenado, e se eu digo “não” sou acusado de escrever sem autoridade. O foco aqui não sou eu, você, o Jota ou quem quer que seja, é a atitude e a mensagem.
Diferentemente do que você diz, é possível julgar a mensagem sem julgar a pessoa. Besteira é pensar o contrário. A própria mensagem evangélica (incluindo a de vocês) diz isso. Ora, se Deus não condena as pessoas, apenas rejeita o pecado, então ele condena a atitude, o pensamento, e não a pessoa. Vê como é possível? Um pai pode amar o filho e discordar do que ele prega e faz a respeito das drogas. Pra isso ele tem que dissociar mensagem, prática e pessoa de uma forma que você acha besteira.
Seu comentário é cheio de frasezinhas de efeito e tapas com luva de pelica. Isso é inadequado em uma discussão. Estamos aqui discutindo seriamente e você vem mandar indiretas a mim, do tipo “a última pessoa perfeita que conheci morreu numa cruz” e “tiro a minha ‘capa de santo’”. Ora essa, o que dá a entender é que você leu muito superficialmente o texto, e sequer conferiu as referências bíblicas. E, pra completar, no ensino majoritário das Escrituras não existe uma “capa de santo”. Existe, sim, uma “capa de pecado” a ser removida, mas falar de pecado é meio chato hoje, sei…
Chega a ser hilário quando você pergunta se ando com “gente do mundo”. Primeiro porque essa dicotomia exagerada é fruto da religiosidade que você condena. E segundo porque atualmente eu entro em uma igreja evangélica uma vez a cada dois ou três meses. Meus relacionamentos atualmente são formados de mais da metade de “gente do mundo” de todo tipo. E terceiro, porque eu trato do ódio a religião no texto, ou seja, eu sei que isso é comum, e reforça o fato de que você leu o texto pulando alguns parágrafos maiores.
“Onde existe religiosidade não existe moral, mas sim o Moralismo” é uma frase tendenciosa e sem base demais pra ser analisada. Quando li que você escreveu que “nem todo mundo que odeia religião odeia a moral” eu percebi que você realmente não leu o texto, até porque isso é algo que eu não questiono aqui.
Você diz: E pra falar a verdade, eu odeio moralismo. Não consigo suportar julgamentos hipócritas. Não consigo suportar a “superioridade” de alguns “cristãos” e “igrejas”, mas parece suportar sua própria superioridade, acima da própria moral e da própria religião.
E de acordo com o apóstolo Tiago, em seu livro homônimo, a verdadeira religião é “alimentar os órfãos e as viúvas (…) e guardar-se da corrupção do mundo” (Tg 1:27). Você sequer leu as referências, não é?
Quando você diz Fora isso, são apenas métodos, processos, regras e regimentos criados por homens, e como tal, completamente questionáveis, adptáveis e algumas até dispensáveis., mais uma vez parece que você não leu o texto, já que eu não afirmei ser a religião inquestionável ou fiz apologia dela, mas questionei a postura de propaganda da Vineyard São Paulo.
Você disse: faltou da sua parte um mínimo de esforço pra entender a mensagem. Na verdade, faltou um mínimo de esforço pra ler de verdade o que escrevi e os comentários anteriores. Antes de comentar de novo, Guilherme, leia, por favor.
Tem razão cara… Eu não falei nada demais… Só frases de efeito mesmo… Tudo muito questionável e tal.
Obrigado pela compreensão
(Pode apagar os meus comentários se quiser. Já que eles não agregam nada ao seu post, à discussão e às nossas vidas)
Abração,
Fique com Deus e venha nos visitar algum dia. De verdade.
Pra quê ficar tão sentido assim? Eu recebi vários questionamentos iguais ou mais severos em 3 anos de blog, e isso é consequência da exposição pública da opinião. Você deveria estar pronto para ouvir isso ao vir aqui comentar.
Visitar não é a questão, apesar de ser grato pelo novo convite. Já disse várias vezes que questionei a propaganda, não a prática da comunidade. Mas se for a São Paulo um dia passo por aí um dia.
Abraço.
=D Quanta erudição… seu feio. hahahahahaha
Oh, quando vc vier aqui pra Sampa, visita a gente, e ai vc vai ver que felizmente, e pra Gloria APENAS, do Senhor, coisas muito bonitas tem rolado por aqui.
Eu particularmente gstei da critica e percebi que vc até se esforçou pra explicitar muito bem diversos pontos, mas se esqueceu de falar sobre uma coisa: A VC em sampa tem feito total diferença e edificado a vida de muitas pessoas, das quais eu sou uma. A experiencia tem sido maravilhosa.
Acho que vc entendeu mal o Gui. E acho também que não é necessario rodar mais lampada nesse post. Infelizmente terminando de ler o seu texto, fiquei com a impressão de que vc é um semi-analfabeto querendo chamar atenção tentendo falar bonito.
Mano (ou algo como irmão em Cristo) espero que vc esteja fazendo diferença na vida das pessoas ai seu redor, vivendo em todo o tempo uma vida o menos hipocrita possivel diante de Deus.
Eu gostei de ler esse seu texto… adorei. e Confesso que apesar da minha opinião sobre vc, pela misericórdia do Criador, seu texto me edificou…
Veja bem… não te conheço, por isso te achei babaca…
hahahaha que coincidencia! Imagino que agora temos um sentimento em comum. =D
Então… antes de balbuciar tanta pataquada, cola na nossa aqui e vem ve o que tah acontecendo! Ai depois fale o que quiser.
p.s. : gostei de vc, seu bobão!
p.p.s.: Se vc não vier visitar a gente vc é a mulher do padre! (ou do Michael jackson)
Bjo!
Alias, Pascoale, ignore os erros ortográficos de meu humilde comentário, se isso não for um grande problema pra vc.
Um ósculo santo pra vc!
Eu não aguento mais dizer que eu não questionei a prática da VC, nem que ela tem ajudado gente estranha como esse J. Monaco, ou que tem feito coisas úteis para a sociedade ou para o Reino ou para o que quer que seja.
E, Monaco, eu não tento falar bonito. Esse é meu vocabulário. Tem gente que acha feio. Semi-analfabeto? Não foi eu quem pediu desculpa pelos erros ortográficos.
E, afinal de contas, o texto te edificou ou foi apenas pataquada?
Mas, apesar das ofensas, até que seu comentário foi engraçado.
Hahahahahahahhaha…Loucura, escândalo e propaganda abalando a cidade de São Paulo, irrá!
É, a VC tá causando mesmo em sampa.
Ler todos os comentários é mais divertido que ler o texto, na moral. É fácil separar aquele que defende um conceito daquele que defende o seu grupo. Porque nós temos tanta dificuldade em receber críticas? E porque levamos tudo pro lado pessoal?
Ah, e o “semi-analfabeto querendo chamar atenção tentendo falar bonito” foi uma frase sem nenhuma dose de amor, pelo contrário, cheia de ressentimento. De graça e sem razão de ser.
Vale a penar citar que sou fã do Jota, dos seus trabalhos (tanto gráfico, quanto ideológico) e que um dia quero conhecer a VC. E que também sou fã desse complicado bicho de Rondônia.
Cara, eu pensei bem em responder ao post, mas acho que vale a pena expor a minha opinião.
Vc acusa a VC de algumas coisas bem pesadas, a comecar pelo título da postagem, e diz que está rebatendo, contra-argumentando acerca da comunicação e duvidando da eficácia dela.
Pois bem, se não precisamos de estratégias pra divulgar o evangelho, vamos queimar vivos todos os missionários em campo, e as nossas Bíblias que nos manda ir e fazer discípulos entr outras coisas.Sabemos que os fins não justificam os meios, e temos cuidado com oq falamos. Eu lido bem qom o fato de vc ter a sua opinião, e de expor a mesma dentro de um contexto pessoal seu (seu blog), e vc diz que foi mal-interpretado por dizer que estava apenas criticando a via de comunicação, mas ao meu ver vc está duvidando da mensagem pregada.
E veja bem, eu posso estar interpretando mal a coisa toda, mas é um risco que vc tomou primeiro, dizendo as coisas no tom que disse.
Qdo vc diz que as msgs do twitter não demandam respostas, eu te digo que trazem muitas pessoas todos os domingos pra sanar as suas duvidas pessoalmente, e como eu disse outra vez, questionar a eficácia da coisa é um tanto qto superficial, e fácil tb.
E por fim, eu que não sou profissional de marketing, uma bela leiga no assunto, sei que estamos direcionando a coisa pro alvo certo, que é a fauna estranha, dessa rua tão bizarra de São Paulo, e outras pessoas e cenários em que estamos inseridos.
Boa tarde Teo!
Li todo o post e alguns comentários.
Vc pode até ter razão em alguns pontos, mas independente da galera da VC está certa ou errada, pelos menos estão tentando fazer um trabalho bacana. Acredito que vc não saiba, mas a VC fica em frente a vários prostíbulos na Augusta (SP). Imagine se tiverem uma mensagem: “Só aceitamos santos”, não iria rolar.
Perdoe-me, mas acho (só acho mesmo), pelo que li, que vc não tem autoridade para criticar, se mal frequenta uma igreja…
Imagino que tbm não tem feito nada para levar pessoas a Jesus. Em minha opinião, teria toda autoridade para falar mal, se fosse um missionário da Jocum, por exemplo, e estivesse na África ou na Índia…
Mas tenho certeza que se vc se abrir, Deus poderá te usar muito ainda. Já temos muita gente na mídia secular falando mal de igrejas, não precisamos mais disso… Deixa este trabalho para eles, pq eles já fazem muito bem, use o seu talento para edificar…
Ester, obrigado pelo comentário, e por pensar antes de postar, mas você se equivocou também. O título do texto é um paralelo entre a loucura e o escândalo da mensagem sadia e original do Evangelho, conforme escreveu o apóstolo Paulo e o estilo de propaganda que eu questionei. E se você questiona não mais o que eu escrevi mas o que eu afirmei categoricamente várias vezes, isto é, que eu não questionei a prática e a essência da mensagem da VC, mas o método de propaganda, você está me chamando de mentiroso, e não apenas discordando de mim.
O risco de ser mal compreendido não pode anular a propagação da opinião, já que você assumiu o risco de que eu entendesse que você considera seu público alvo como animais irracionais ao chamá-los de “fauna” da rua Augusta. Acontece, não é?
Claudia, obrigado pelo comentário. Depende sim da VC estar certa ou errada. Uma mentira acompanhada de bons atos continua sendo uma mentira. E a mensagem do Evangelho é verdade. Mas eu já disse, e repito, pela vez n, que não questiono a prática da VC, apenas a propaganda. Ponto.
Ora essa, como eu, sendo nada religioso, não teria autoridade para criticar uma campanha que assume odiar a religião? E o fato de eu frequentar pouco uma igreja desqualifica o que eu digo? Você tirou o foco do meu discurso e focou em mim. Isso é desonesto. Foi o que eu não fiz com a Vineyard São Paulo, mas é o que você fez comigo.
Nada que eu fizer será suficiente para levar pessoas a Jesus, até porque não sou eu quem levo, mas Ele. De qualquer forma, não preciso apresentar minhas credenciais. Isso é patético. Se o que eu digo não faz sentido não importam meus distintivos, e se faz sentido também não. Me convidaram para conhecer a VC para que eu mude de ideia. Para opiniões pessoais a meu respeito tenha a bondade de fazer o mesmo – tente me conhecer.
Poderia usar a mesma tática para responder seu comentário – poderia dizer que no Rio de Janeiro, por exemplo, seria possível visitar a Vineyard no Recreio exatamente em frente à Igreja Batista do Recreio dos Bandeirantes em um bairro com 5 igrejas evangélicas. E poderia dizer que as igrejas protestantes vêm causando problemas a prostíbulos há 450 anos. Mas não é isso que eu quero questionar. Eu só falei de propaganda, mas entenderam que eu falei da mensagem, e agora estão até falando de mim. Paciência…
acha maldoso ou negativo o nosso vocabulario com um blog chamado
bicho de ironia..
ehehehe ATÓRON O PERIGÓN
Hã? Bicho de Ironia?
Respira. Pausa. Respira. Pausa. Respira. Pausa. Respirapausa, respirapausa, respausa, rpausa, pausaaaaa…. não dáaaa….
Spaaaaaaaartaaaaaaans!!!
Raoul! Raoul! Raoul!
Algumas pessoas não tem um monitor limpo (risos).
hehehe, “ATÓRON O PERIGÓN”, Teo daqui a pouco vc será ameaçado caso pise em São Paulo rsrsrs
ok meu caro, vc q é perfeito, possivelmente se sentiria rejeitado na VC..
Se ataques pessoais ante críticas impessoais e ofensas gratuitas fazem parte das imperfeições necessárias para fazer parte da VC, realmente, eu me sentiria rejeitado.
:O
Nusss!…tá “todo mundo” aqui!
Não pensei que isso ia dar tanta celeuma.
To achando que a menos culpada nisso tudo é a tal da famigerada “religião”, pois é do coração do homem que saem as… #*$@+#.
Abraço a todos.
Teo, feioso do inferno vc viu…
Mano, vc seria obviamente bem-vindo em nosso meio. Mas antes…
Não é questão de defender grupo ou conceito. É simplesmente reagir ao título, que é um tanto quanto radical, e sem falar ofensivo. Por mais que o Teodoro ae quis falar sem ofender, o título sugere que a comunicação que temos feito é mentirosa.
Entendo que etmologicamente a raiz da palavra religião é, do latim, “Religare”. Em outros termos reconectar, religar. Fato é, que no mundo em que vivemos, especialmente em aglomerados urbanos como a Grande São Paulo, a rotina das pessoas as coloca numa inercia espiritual absurda, criando nelas a aversão à tudo o que tem um vinculo com a religiosidade, mas no entanto, jovens e adultos frequentam “religiosamente” diversos lugares que não acrescentam absolutamete nada. Também “religiosamente” praticam diversas atividades como meio de se sentirem completos e ainda assim não alcançam exito.
Por aqui, não se entende a palavra “religião” da forma como Tiago descreve a “verdadeira religião”, como o blogueiro Tiburcio ai já citou. Se vcs visem o odio por “religião” que existe por aqui, entenderiam.
Outra coisa… o dominio apenas aponta para o site da VC. No site não se encontra nada dizendo que religião é isso ou aquilo.
é simples. Sem essa montanha de picuinhas inúteis.
E é tão simples quanto entender que se vc é cristão, ou é um missionário, ou um impostor.
E se tu precisa dessa masturbação mental toda porque não teve a capacidade de entender um dominio simples, e a ironia do dominio “porque eu odeio religião” apontar pro site de uma igreja, eu imagino que em Rondonia não tem muito o que fazer. Espero que tenha porque em breve estarei por ai às margens do Rio Madeira, ou na fabrica que será montada por lá logo menos.Whatever…
Teo, querido, como eu te disse antes… vc eh um babaca porque sugestão de que somos mentirosos… isso é o que me irrita (juntamente com a posse dessas suas verdades e toda sorte de adubo organico que imagino que vc deva proferir em seu circulo social) Mas cara, de coração espero que vc esteja tentando fazer a diferença por ai sendo algo além de um mero crítico com uma bunda maior do que a da Wilza Carla, de tanto ficar sentado num bar por ai, vendo as pombas comerem as migalhas, ou “despertando o amor” por esse mundo velho sem porteira nem cerca.
Campeão, se vc acha que deveriamos tirar nossa “fantasia de igreja”, porque vc não tira a sua de homem? Quero dizer… eu não acho que bater ponto em igreja leva ninguem a nada, e justamente por isso eu to te dizendo que eu espero que vc esteja fazendo a diferença onde estiver… entretanto sua crítica desperta surto colericos nas alturas (tipo no ed. Italia no centro, por exemplo… lah eh alto bagarai) =P Piadas à parte, de arrogancia nem Deus gosta.
Mas olha, eu respeito vc pelos bagos que teve e pelo tempo que ce gastou pra escrever esse quilhão de letrinha sobre algo que vc tah simplesmete longe de entender.
Deus te abençoe cara… de alguma forma eu gosto de vc e te acho engraçado demais. E eu sei que sua casa não aqui logo na esquina, mas já demoro pra vc colar na nossa! Vem pra cá que ce num eh perfeito não! Ce eh moh babaca e por isso será mais que bem vindo hahahahah =D
—
Elianderson! Velho! Foi com amor… com amor eh mais gostoso e pode inclusive rolar uma ironia(exemplificando: “Pascoale”). É tipo um tapinha nas costas acompanhado do chavão: É issaeeee campeão.
Então querido Elianderson, campeão, acho que também é justo dizer que neste exato momento eu não poderia me importar menos com a vossa grandiosa opinião sobre o que tem amor ou não. Um bjo pra vc. Ah! e nada pessoal… responder não é necessariamente levar para o lado pessoal.
=D é… Gostei do tiozinho que diz celeuma ( e que alias tem uma pregação bem legal rolando no site. Parem de visitar esse post aqui e vão lá ouvir o homem falar)! Me parece alguem centrado. Ao menos um. Agora chega dessa pouca vergonha e vão trabalhar seu bando de vagabundo dos diabos!
Ces taum perdendo o tempo de saquear mais umas 3 almas da mão daquele maldito sem mãe!
Vai ! vai ! Acelera ai !
-
Teo… se vc tem alguma dúvida, vem aqui pra Babilonia que ce entende melhor em 2 minutos no max.
E concluindo o pensamento… por aqui a bola da vez eh a disfunção narcotizante. Se vc disser a palavra RELIGIAO pra um adolescente comum daqui e que não foi instruido em nenhum credo, ele entende ironicamente como RELIGIOSIDADE. Entendem-se as aparencias e não efetivamente o RELIGAR. Linguagem cotidiana é uma merda pra explicar conceitos… daí temos essas distorções.
E ainda para corroborar… o seu estado é o que tem maior concentração de evangélicos( um quarto da pop. do estado) na região norte, tendo um grande numero de católicos (tipo metade da população) e que tem apenas 15% sem religião. No lugar que a gente tá aqui… especificamente na augusta, é o hedonismo que manda.
Vai… chega desse tititit e vem logo pra cá conhecer a selva.
lalalalalalalalalalalalala
parangaricotirimirruaro.
wow! escrevi usando apenas o nariz!
duvido vcs conseguirem!!!!!
du
vi
do!
incnsitjucionalicion alis mamente
vichy… eessa aqui é osso.
J.Monaco, alguns concordaram comigo, outros discordaram, outros me ofenderam, mas você foi o único que teve a capacidade de me xingar, mesmo que brincando (?). Tá nervosinho por quê?
Agora a “religião” não é a “verdadeira religião”. Claro, o eterno “não foi bem isso que eu disse”. Vejo isso o tempo todo em discussões.
No mais, meus bagos já estão doloridos, e me sinto desobrigado de responder pela milésima vez os mesmos argumentos e ofensas gratuitas.
Veja que eu foquei na propaganda inválida. Não falei que a mensagem em si é mentirosa. Isso é fantasia sua. Isso é não aceitar críticas. Isso é gritar quando se toca na ferida.
Em momento algum presumi como é a Vineyard internamente, mas você presumiu como eu sou no meu círculo social.
E, rapaz, quem mora na selva, na terra sem lei, no equador infernal dos povos, no Hades verde, SOU EU, só pra constar. Estatísticas nada são, números de evangélicos nada são. Na Porto Velho velha não há ruas augustas pra se chegar onde realmente se precisa – onde os mosquitos voam e os corpos boiam. Você verá.
Não me venha com essa de chegar falando de “religião” com viciados. Essa jamais foi a prática de qualquer igreja protestante/evangélica.
E pare com o flood, por favor. Isso é molecagem.
papibaqquigrafo
AEEEEEEE quase!
Teo Victor Disse:
25/Mai/2009 às 16:49 | Responder
“Claudia, obrigado pelo comentário. Depende sim da VC estar certa ou errada. Uma mentira acompanhada de bons atos continua sendo uma mentira. E a mensagem do Evangelho é verdade. Mas eu já disse, e repito, pela vez n, que não questiono a prática da VC, apenas a propaganda. Ponto.”
elianderson Disse:
25/Mai/2009 às 13:16 | Responder
“Ler todos os comentários é mais divertido que ler o texto, na moral. É fácil separar aquele que defende um conceito daquele que defende o seu grupo. Porque nós temos tanta dificuldade em receber críticas? E porque levamos tudo pro lado pessoal? ”
-
Teo desculpa se te ofendeu. Eu escrevi com o mesmo sorriso que eu to respondendo esse aqui =D
Me perdoa se te ofendeu. Eu to brincando e to simplesmente longe de estar nervoso com vc! Muito alias, como eu disse, eu to gostando daqui. =D tah divertidissimo! Não mexe em feridas. Tenho segurança sobre o proposito do que estamos fazendo, o que inclui o uso do dominio, por exemplo. Não se trata de loucura, nem de escandalo, e sim de propaganda. Vc é visivelmente mais Paulo… e eu visivelmente mais chucro… tipo Pedro…
Entretanto, não quis ofender vc e nem despertar o furor de Elianderson, o temivel destruidor de mundos, gladiador omnidimensional das trevas e x.
Posto que o texto apresenta a sua pera opinião, resolvi dar a minha no local onde me é concedida tal possibilidade. Eu considerei o teor do seu post algo não tão sério assim, por que eu ri. Por isso fiz molecagem e farra. Desculpa se vc, assim como o Clodovil no congresso, achou que faltou decoro.
Sério cara… ria. =D ou melhor serio não… apenas ria.
é melhor assim.
Sobre o seu hades verde… eu não verei. Já vi.
E prefiro não entrarmos em competiçoes de quem tah com o peh mais fundo na jaca.
E perdoe-me se presumi demais… mas eh que por aqui temos também diversos falsos idealistas / intelectualoides teologos andando ao redor e dizendo o que deveriamos ser ou não.
Eu não respondo pela VC.
Falo apenas por mim.
se quiser me manda e-mail me xingando pra não ficar feio pra vc aqui, afinal, vc tem se mostrado um homem integro e dotado de uma sapiencia barbara! E uma educação invejável também.
…
tah parei.
hehehe
po Teo… sorria! a vida é bela! to soh brincando com vc cara.
Fica na paz ai.
Se cuida man!
Fica na paz ai
alias man! me adiciona no gtalk com o e-mail que vc tem e ai a gente ateh rola uma ideia melhor lah! Ai vc me xinga pra valer.
Fala sério Teo, a galera de SP fez seu blog bombar…kkk
Pelo que vi na página inicial, vc nunca teve tantos comentários?!
Em SP é assim… tudo mega, tudo bomba…rs \o/
abç
Eu já me expressei nesse texto, declaradamente de forma preguiçosa. Tentarei deixar um pouco de lado esse meu pequeno grave pecado e ir em defesa do Teo, não porque eu acho que ele esteja certo, mas por sentir o que me aparenta ser um erro de ‘espírito’ na resposta dos seus oponentes.
De cara, diria que o texto do Teo me pareceu ter um fundo de irritação ou até mesmo de ranzinice no seu texto – e digo isso apenas como impressão que eu tive, que pode e provavelmente está errada, assim como houve uma discussão no twitter sobre a palavra Ekklesia e sobre o significado de ser igreja que, embora engraçada para a platéia, nada tinha de engraçado, de fato, e se tornou, ao menos da parte de um dos debatedores, em argumentos ad hominem.
Mas isso não tira o mérito de que para o início de qualquer debate, deve haver a menor polissemia possível dos termos. Em alguns lugares no Nordeste dizer que fulano estava me enrabando quer dizer apenas que ele estava correndo atrás de mim, em outros lugares quer dizer algo que a maioria de vocês saberá o que é sem que eu o defina. E nas discussões do Teo ele sempre primou por uma definição de termos, e mudar as definições no meio da discussão é perturbador no mínimo, desonesto, isso para não dizer outras coisas.
Em alguns pontos, os defensores da Vineyard propuseram o seguinte tipo de argumento: ‘Estamos na porta do inferno, vem aqui pra ver se esse teu posicionamento não é uma falácia.’. Isso por si só já é uma falácia, pois o próprio julgamento parte de uma percepção Moral de como as coisas são. Trabalhei um ano na Rua Augusta, sei bem como são as coisas aí. Mas do modo como muitos colocaram a impressão que dá é que é impossível ter qualquer religião (ah, o nome não pode ser esse, porque todo mundo odeia religião na Vineyard) verdadeira se o ambiente não for o de uma boca de inferno Moral. Isso porque os pecados que acontecem na Rua Augusta são os que mais ofendem nossa moral religiosa. Mas e as mentiras que empresários contam todos os dias dos seus tronos de arrogância? A ganância nossa de cada dia? A vontade de vencer, que muitas vezes não é vencer, mas é passar por cima do outro, assassinando-o. Ora, esses pecados já não são um problema moral, já que para ‘subir na vida’, já que em qualquer ‘O Aprendiz’ essa é a regra: é o mais cínico, o mais manipulador, o mais fugidio, o mais persecutor que se dá bem, e nada disso nos ofende moralmente. Se pensarmos no primeiro pecado, ele terá sido o pior de todos, e no entanto, não há indícios de que ele tenha sido de natureza sexual, tanto para anjos como para homens. Aliás, o orgulho hoje em dia não é mais exatamente um problema moral para a sociedade.
Posto que o pior mal é aquele que sai do homem, e não aquilo que entra nele, podemos considerar que um Robson Crusoé sozinho numa ilha é potencialmente capaz de produzir o pior pecado possível, ainda que isso não tenha uma natureza moral ou sexual. Não é preciso ser um adolescente dentro duma capital tecnologica, nem é preciso o preconceito contra um estado ou região do país. Porque tecnologia, riqueza e ambiente urbano não potencializam o mal nem o bem. Nem o fato de um lugar ter 102% de cristãos nominais significa qualquer coisa.
Outro ponto defendido pelos pró-Vineyard em seu ataque ao Teo é o que questioná-lo do ele tem feito para o prol do Reino. E curioso que no final do evangelho de João, quando Pedro quer saber da vida dos outros, a resposta de Jesus seja: ‘Que te importa?’ -> ‘Quanto a Ti, segue-me’. Aliás, em essência, a própria cobrança externa dos frutos que damos é de natureza religiosa – da própria espécie que a Vineyard tenta combater. Quer fruto? Que tal amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio? A pergunta certa a se fazer não é se fulano tras esses frutos na vida, mas se EU trago. Mas não, a pessoa tem de ‘fazer a diferença’ (e tudo isso sempre projetando pra fora), e sinceramente, acho que pouca gente que queira ‘fazer a diferença’ com a intenção de ‘fazer a diferença’ fará realmente qualquer diferença.
Assim, mesmo metendo o bedelho onde não fui chamado, senti-me coagido a fazer esse comentário. Mesmo achando que o Teo não tivesse 100% de razão ao escrever como escreveu, quem o atacou e inquiriu dele obras como resultado de comportamento visível na sociedade falhou miseravelmente também.
Paulo fala de ‘falar a verdade em amor’. Uma verdade pode ser dita sem amor, pode ser dita inclusive pra ofender e fazer o mal a alguém, e nesse momento, por mais verdade que seja, ela nunca será verdadeira.
“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.”
Somente ele é Fiel e Verdadeiro, ainda que nossas verdades sejam verdades, ele é a Verdade. Mas graças a Deus porque suas misericórdias se renovam todas as manhãs!
De toda forma, a pergunta que retumba é que foi feita nas entrelinhas do twitter: o que é ser igreja no nosso tempo?
(Enfim, não sei se consegui falar plenamente o que queria, mas consegui ao menos vencer a preguiça). Teo, eu sou um péssimo advogado, mil desculpas.
J., você não me ofendeu. Moro e trabalho na selva (em vários sentidos aplicáveis), e estou acostumado a tratamentos ainda mais bisonhos. Mas você usou uma maneira inadequada até para brincar dada a situação delicada em que a situação se encontrava. Quem me conhece sabe do meu humor, e sabe que não sou tão ranzinza como parece, mas tudo tem hora.
Claudia, na verdade já houve pelo menos um texto que eu me lembre que teve mais comentários, e foi com o pessoal daqui de Rondônia mesmo.
Walter, você é o #trollmiguxo que fala com mais propriedade que eu conheço. Seu comentário ficou ótimo, e como bom profissional da área de computação, advoga melhor que os advogados em causas que fazem sentido. =)
Você disse que não comentava muito sobre o assunto mas quando resolveu falar desceu a lenha com gosto!
O waltão é o cara
e o teo eh a segunda pessoa mais babaca que eu jah vi no mundo…
Não vou contar que eu sou o primeiro da babaca toplist porque isso relevaria minha baixa auto-estima.
ops..
Teo cara, na moral, eu li tudo até aqui e tenho que falar que você usou de desonestidade no seu texto e nos seus comentários e nas suas defesas…
Não tenho nada contra você, nem tou tentando defender o lado da VC… mas tenho que falar que sim, vc usou de desonestidade nesse post
1. quando fez acusações contra toda a igreja no seu texto inicial, que depois modificou
2. tanto quando acusou a VC de mentirosa
3. quando respondeu disendo que não chamou a VC de mentirosa
4. quando fez questão de não entender o conceito educadamente bem explicado pelo Guilherme Menga do “proibido pessoas perfeitas”
5. existe desonestidade intelectual no post inteiro quando fica fazendo confusão semântica com o termo “religião” que pode ter vários significados diferentes dependendo de quem ouve, de quem fala, da região, do contexto, etc.
Enfim, vamo parar de hipocrisia né?
Afinal… ninguém é perfeito
Velho… Escreve outro post logo e muda de assunto de uma vez por todas…
Tipo… Tudo isso aqui é vaidade galera… Correr atrás do vento e coisa e tal.
Mó preguiça dos infernos ficar lendo tudo isso aqui e eu tenho uma pá de coisa pra fazê ainda hoje.
Eu saquei que você não tá falando da nossa prática. Não tá falando da gente. Só tá falando da nossa estratégia e tal. Beleza. Beleza…
Eu tentei te explicar o conceito por trás da estratégia. Por trás da mensagem. Parece que você não entendeu isso e a culpa disso é minha. E eu peço desculpa pela minha incompetência em me explicar. Sério.
Mas como eu disse antes, mó preguiça e coisa pra fazer, então eu não vou tentar de novo.
Mesmo pq, a nossa estratégia não é pra você. Você não é nosso público. Não sei se vc manja de Marketing, mas público-alvo é o princípio de qualquer comunicação. E você tá fora do nosso escopo.
Eu peço a Deus pela graça e misericórdia dEle pra que a nossa estratégia, apesar de falha, venha a dar algum fruto (arrependimento e conversões verdadeiras) para o Reino dEle.
Se você tiver alguma sugestão pra gente, manda um e-mail pra mim (guimenga@vineyardsaopaulo.com) e vamos conversando por lá.
Se eu fosse você, desabilitava (ou até deletava) os comentários desse post pra coisa não ficar mais feia e o nome de Cristo não correr o risco de ser envergonhado (ainda mais uma vez…). De coração eu te peço pra vc considerar isso.
E acho que isso é tudo. Por enquanto.
fica na Paz.
Guilherme Menga.
Kleber,
1. Não modifiquei acusações, e não acusei. Opinei, e o que eu modifiquei foi uma frase que estava passando o contrário do que eu queria dizer. Mudei expressão, não conteúdo.
2. Hã?
3. Hã??
4. Educadamente, mas com ataques ad hominem. E eu respondi com um longo comentário, ponto por ponto.
5. Depende do contexto, sim, mas dependia do contexto na frase da VC? Eles estão falando de algo bem específico. E não se esqueça de ironias perdidas no meio do texto. Faz bem pros comentários. Quem fez confusão semântica não fui eu. Usei a mesma definição o texto inteiro. Quem faz confusão semântica é quem tenta achar significados obscuros e intrincados para algo que é simples ou o usa contra a própria definição de si.
Sim, vamos parar de hipocrisia e reverter o que a desonestidade que eu apontei para mim mesmo.
E, não esqueça, não acusei. Tudo que eu fiz foi responder à pergunta feita no twitter da VC. Perguntaram, eu respondo. Não me venha com essa de acusação.
Guilherme,
Já até escrevi outro post, mas estão comentando com questionamentos, e eu preciso responder. Não vou bloquear comentários. Se está ruim é só não ler.
Entendi o conceito por trás da estratégia, mas o que isso tem a ver se você mesmo entende que eu critiquei a estratégia em si?
Não entendo de marketing, mas no Evangelho não há público-alvo. O nome de Cristo não está sendo envergonhado na discussão. Não tenha essa preocupação. Motivos de vergonha são ideias que levam alguns a crer que certos fins nobres justificam qualquer meio.
Tá bom então… beleza…
Qdo vier, manda um e-mail avisando. A gente arranja uma casa pra te hospedar e tudo o mais.
Beijomeliga.
Opa, vamos dormir…dar aquela oradinha e aproveitar melhor nosso tempo na expansão do Reino?
E Téo, por favor venha a Sampa…logooo
Como isso me inspira, mesmo com minha promessas de comentários políticos e polidos!
Pai do céu! Téo, eu etendo exatamente seu sentimento ao ler esses comentários, só que sem o Adriano Estevam.
Abs!
[...] que há sérias possibilidades de eles “odiaram a igreja”. Outro aviso: não defendo o Bicho de Ironia, ou melhor, Rondônia, pois isso seria dar o braço a torcer para um rapaz que não perde a chance [...]
auhauahauhauahauah
Eu já tinha investigado um pouco a VC, mas nunca tinha corrido atrás dos membros dela para saber como é a cabeça deles! ahauhauahauhauahuah
Bom, sobre o texto (é para isso que serve os comentários no post, né? Para comentar o post, né?), eu já havia comentando com nosso amigo do nick musical sobre a muita propaganda e o pouco conteúdo. Polêmica sem conteúdo é marketing negativo.
Com a minha fugida da blogosfera, parei de ler os textos bons, como esse, por isso só consegui ler hoje. Parabéns, cara. Por coinscidência o dotCast da semana falou um pouco sobre um dos temas tratados aqui, se eu tivesse lido este texto antes, com certeza eu teria te chamado para a gravação, creio que você acrescentaria muito.
Grande abraço, veio!
Convenhamos:
mesmo achando interessante a ideia de um espaço de discussão livre e desempedido de qualquer amarra anti-democrática (e isso graças às suas próprias escolhas como moderador do espaço de comentários no blog), uma discussão sobre assuntos delicados via Internet é sempre entediante e desonesta.
Desonesta por que aqui não temos faces, não há olhares, não há entonações vocais, muito menos a clareza na hora de buscar demonstrar alguma nobreza. Nobreza, aqui, no sentido que eu gosto: ser humilde sendo sincero. Logo, temos a desvantagem constante de, assim como no face a face, trabalharmos com personas, personagens de nós mesmos. O problema é que, nas personas do cotidiano olho-no-olho, temos justamente os olhos. O que ajuda, da mesma forma que um suor nas mãos e uma tremedeira na perna, a pelo menos tentar julgar veracidade, honestidade no que se diz. Logo, aqui, podemos ser completamente verdadeiros (e aí, podemos entrar na sinceridade mal-educada), inteiramente falsos (o que é um desastre completo e muito comum) ou verdadeiros usando máscaras. Uma das mais comuns, desnecessárias e desonestas é a do sarcasmo. Aqui, então, chegamos ao entediante.
Nada mais desagradável numa discussão do que tudo se resolver com ironia de mal gosto. Como se já não bastasse a convicção de que num embate como esse poucos serão os que vão acabar concordando, ainda temos toda a chatice de se responder, replicar e treplicar, usando da ironia como artifício para se mostrar que sabe de alguma coisa.
Imagino assim, então, que rumos diferentes esse papo todo tomaria se estivessem na mesma sala: Téo, Jota, Ester, Guilherme e quem mais está aqui defendendo a verdade que acredita e até mesmo aqueles que são visivelmente feridos ao ponto de não saber nem conversar (sempre lhes resta apenas o ódio e a ironia).
Se estes que citei são verdadeiramente cristãos (e alguns eu tenho vivência o suficiente para acreditar que sim), penso sobre o olhar de graça, misericórdia e afeto sobre a situação. Conversando olho-no-olho, certamente tudo isso aqui seria menos chato de ser debatido. O problema é que nós humanos somos tão toscos, que ao final de tudo isso que escrevi, tenho até medo das palavras não serem mais do que uma doce ilusão.
Triste de quem acha que pode julgar. Triste de quem acha que não pode ser criticado.
Triste é todo aquele que critica sem conhecer a coisa na prática.
Sugiro mais amor, mais afeto. Menos distância e frieza. Tudo vai melhorar: do marketing mais ousado de uma igreja até a conversa mais louca nos comentários de um blog. Sabedoria sempre.
abraço terno a quem interessar.
Sobre uma frase, faço ressalva pra ficar bem claro:
“Triste é todo aquele que critica sem conhecer a coisa na prática.”
Isso vale para todos os lados. “A coisa” tanto pode ser um coração, uma mente, ou um organismo tão vivo quanto estes, uma igreja.
Ricardo, ideias são diferentes de pessoas. Ideias verdadeiras independem de mídia. Pessoas podem depender, mesmo sendo verdadeiras. Um tímido pode passar por incerto ou mentiroso por não se sair bem em uma conversa pessoal. Mas se a ideia que ele defende for verdadeira, nenhuma evidência que aponte seu nervosismo será capaz de dizer o contrário.
Se há algo que os seres humanos são bons é na arte cênica. Somos convincentes na irrealidade, somos bons com máscaras, textos decorados, choros forçados. Para bons atores (no sentido literal ou figurado), olhos, tremores e gestos nada são mais que um instrumento para ser convincente mesmo sem ser verdadeiro.
Eu não conheço a Vineyard na prática, mas algo eu conheço na prática: a fé cristã. Não para me gloriar. Viver a fé nada é para homem, já que viver a fé cristã genuína é esvaziar-se, é esquecer de si, é assinar o próprio atestado de incapacidade.
E, voltanto, veja que o critiquei foi uma prática que considero incompatível com a fé cristã. Vi algo que foi feito para ser visível a alguém que não conhece a Vineyard, oras. A propaganda não é para quem está fora? Aquelas frases de efeito não são para quem não conhece? Critiquei o que vi, e foi feito para ser visto, baseado no que conheço. Não preciso conhecer a igreja porque não foi a igreja em si que critiquei.
Mais uma vez, respondi a uma pergunta. A Vineyard está propagando por aí que odeia religião. Eu estou propagando por aí que isto, além de inútil, não faz sentido e é desonesto. Principalmente, atente-se, porque fui provocado (no sentido jurídico) para isso. Houve uma pergunta, esta é uma resposta.
Digam que fui irônico, mas vejam também que minha ironia foi menos agressiva que as da propaganda feita pelo ministério citado. Digam que fui duro, mas menos duro que proibir pessoas perfeitas e odiar religiões.
Não converso com todos os envolvidos numa sala porque não posso, você sabe. O Jota disse que virá a Rondônia. Já marquei pra conversar com ele. Não me escondo atrás do WordPress. O que digo aqui digo fora daqui.
Se for para conversar olho no olho, vendo a expressão, vendo a pessoa, não mudarei o que disse. Se tivesse a oportunidade, nada mudaria. Não porque não tenho amor. Amor não é falta de discussão, amor não é falta de dureza, amor não é falta de desentendimentos e, até mesmo, amor não é falta de ironia.
Não odeio a Vineyard, não odeio pessoas, não odeio os que discordam de mim, não odeio os que me xingaram aqui e não odeio a religião. Não amo o suficiente, mas não ache que não tento. Não gosto de ser taxado de inflexível, criticador incorrigível, boca-do-inferno.
Infelizmente, como diz o Rap, povo gosta de sangue e sacanagem. O que eu falo e rende discussão por ser polêmico dá comentários às dezenas. O que falo e não é polêmico não é mencionado ou lembrado. Assim acabo sendo visto como um crítico vazio, um troll, um insultador que busca visitas no blog. Há quem parece não saber que eu escrevo o ano inteiro, não apenas quando sai um texto polêmico.
Mas chega de ser apologista de mim mesmo. Isso é, como já disse, patético. Está dito, só peço que entendam. Não precisa sequer gostar, mas não entenda mal. Seria melhor não entender nada que fazer confusão com o que defendo e seria melhor não me conhecer que conhecer mal.
Infelizmente aconteceu o que eu esperava…meu comentário foi 90% direcionado aos senhores empolgados que comentaram aqui e só 10% a você. Não acho você irônico em excesso no texto. Mas tem ressoando isso aqui com ironia desnecessária. Você sabe muit bem que eu já entendi seu posicionamento no texto…meu problema é como as pessoas tem o discutido.
abraço terno.
Aproveitei sua deixa pra desabafar, Ricardo, como disse no Gmail, pra deixar claro aqui.
O Ricardo criticou o debate escrito.
Acredito que é nele que se encontram as informações mais precisas e verdadeiras, já que não pode ser alterado pelos olhares e pelas emoções.
É nele que está a voz dos tímidos.
Se me colocam no meio duma “roda viva” é como se me amarram uma mordaça.
Que sobriedade. Gostei da apresentação lógica dos argumentos, despida de preconceitos ou piadas infames desnecessárias.
Ácido e sério na medida certa. Parabéns!
Primeiramente quer dar meu parecer pessoal da mensagem, ela é relativa… Como assim?Um dia desse eu estava “pregando”, para uma pessoa que tinha praticas Homossexuais, fale de Jesus e do plano de Salvação, até que a “pessoa”, no qual eu estava pregando me falou, cara legal, é bonito o que vc fala, mas quando eu vou em uma igreja evangélica todos me tratam bem, mas se vc vai umas três vezes seguidas eles já impõem um monte de regras…Pensei no que ele me falou e rebati, pensando nas palvras de Jesus, quando ele disse que para ser seguidores Dele, temos que morrer para nós mesmos, ou seja para nossos pecados e coisas que não o agradam… Fiquei pensando agora no texto, ele faz propaganda para trazer para a igreja todas as pessoas, independente de cor, sexo, religião, usos e costumes. É isso que apresenta o site, mas quando chegarem a VC iram ouvir sobre Jesus e a negação de nós mesmos,para que JESUS reine em nós!Pensei na igreja evangélica, quase nenhuma igreja hoje conseguiria só pela sua placa trazer estas pessoas para ouvir a palavra de Deus… A questão é o nosso objetivo é levar as boas novas de Cristo, nós não somos responsáveis pelo arrependimento e transformação de vida, ou seja o VC consegue trazer estas pessoas que nunca iriam em uma igreja evangélica comum, para ouvir as boas novas… Isso é Marketing, sim é uma ferramenta para trazer pessoas, se isso será justo com elas(ouvir as palavras de Cristo, sendo que elas esperariam uma auto aceitação dos pecados delas pelo título do marketing), é a pergunta, o porque então engana-las. Téo só por uma razão o evangelho tem que ser pregado para todos está é a ordem de Jesus, se elas vão aceitar ou não, é problema delas, mas elas não poderam dizer que não ouviram.. Para mim isso que o vineyard faz, e numa dessas, uma prostituta um homossexual, uma Lésbica, irão deixar os seus pecados e se arrepender por as palavras de Cristo, em um lugar que elas pensavam que seriam uma auto-aceitação de seus pecados…Ahh a pessoa que eu preguei não quis Cristo, quando disse que ela teria que morrer para sí mesmo..Mas a semente foi plantada, se um dia ele querer mudar de vida, sabera que o caminho é Jesus…Isso é tão simples, o porque que Jesus pediu Agua para a mulher do poço, não foi markerting, para falar Dele mesmo…???Téo outra vc é dificil de assumir que o que vc escreve não é bem assim… sempre dá voltas para sustentar o seu ponto de vista…, foi assim na discussão do Fórum da Blogosfera Cristã no orkut, sobre críticas, e está sendo assim aqui neste “Fórum”… Bom de qualquer forma não sou membro do VINEYARD, mas defendo o seu método de evangelismo…Moro em Campinas-SP, e fui criado na Igreja Batista Independente! E vc? O que achou do meu comentário??E não me diga que eu não entendi direito o seu texto, pois ou vc escreve muito mal, e dúbio e por isso nínguem entende o seu ponto de vista, ou vc quer ser sarcastico, ou realmente vc não tem resposta melhor e usa de técnicas de Filosofia, para quando ficar sem resposta perguntar ou debochar o pensamento do outro… Ou realmente foi isso que vc quiz dizer!!Cara de boa, nos somos irmãos em Cristo, mas eu odeio quem fica escrevendo pecuinhas em blogs, só para polemizar.. não sei nem porque eu escrevi tudo isso, ahh quero te conhecer viu, pois pelo que vc escreve de acho um Fariseu dos tempos de Jesus, isso é um julgamento talvez precipitado por isso gostaria de te conhecer, saber se realmente vc ama o Cristo e os seus inimigos também…De qualquer forma aqui está a minha opinião..tomare que vc não seja um fariseu, mas tenho a certeza que a maioria das pessoas que lêem seu blog acham isso…Faça uma estatistica via enquete para saber… Ah não que isso importa para vc, mas se vc for ai vc deve se importar!
Talvez seja você quem leia mal, ou não lê e comente, até porque a maioria entendeu. A questão foi gostar ou não gostar, mas entender até que entenderam. Alguns não leram (ou não entenderam) e comentaram, mas não foram tantos assim.
Resumindo seu longo comentário: “os fins justificam os meios”. Resumindo a resposta: Não, obrigado. Fique com seus meios, eu fico com meus fins.
IIIIIII… vc não le meu comentário nã é, aonde está o “fim justificam os meios”??
Ahh e falei não fale que vc iria reponder IGUAL:
Meu texto tá:
“O que achou do meu comentário??E não me diga que eu não entendi direito o seu texto, pois ou vc escreve muito mal, e dúbio e por isso nínguem entende o seu ponto de vista, ou vc quer ser sarcastico, ou realmente vc não tem resposta melhor e usa de técnicas de Filosofia, para quando ficar sem resposta perguntar ou debochar o pensamento do outro… Ou realmente foi isso que vc quiz dizer!!Cara de boa, nos somos irmãos em Cristo, mas eu odeio quem fica escrevendo pecuinhas em blogs, só para polemizar..”
Bom pelo que eu ví vc realmente respondeu igual e afirmou que é sarcastico e que usa técnicas de retórica…):
Bom agora ou vc apaga meu recado ou vc assina sua sentença de Retórica nas respostas? Não é…
Abraço, me dá uma resposta diferente das outras que vc sempre responde!
Terei prazer em dar uma resposta “diferente” quando seus questionamentos fizerem sentido. =)
Abraço.
[...] se porta desse modo, não espero que muito se possa obter do restante da comunidade. Julgando pelos belíssimos modos, não tenho deles um bom [...]
Olá, pessoal!
Acho que é demasiadamente controverso estar em uma religião, e odiá-la. E, infelizmente essa é a imagem que a comunicação da VC passou pra mim. Sei que seus trabalhos são bastante legais, fazem coisas superinovadoras que dão um resultado muito bom lá em SP. Entretanto, como já foi dito aqui, não é esse o foco da discussão (nem da crítica do Teo).
Vi um vídeo, entitulado “Porque eu odeio religião”, de Mark Driscoll, que ele afirma os motivos pelos quais ele tem essa visão. Entretanto, a partir do que ele falou, podemos ver que existe aqueela diferença mencionada algumas vezes ali acima, entre “religião” e “verdadeira religião”, “verdade” e “Verdadeira Verdade”. Ele não odeia a verdadeira religião, e sim a religiosidade.
Embora o título soasse um pouco estranho, eu preferiria usar “Porque eu odeio a religiosidade”, ao invés do que foi usado pela comunicação VC.
Levanto a bandeira da publicidade e marketing no meio cristão. Todavia, é uma vereda na qual se deve tomar um imenso cuidado pra não gerar duas, três, dez, cem interpretações equivocadas a respeito do que se é afirmado. Infelizmente, a publicidade aqui debatida gerou algumas interpretações contraditórias ao que se, provavelmente, queria expressar.
(Eu, sinceramente, fiquei impressionado com tanta ignorância (moral e na falta da leitura também) nos comentários PRÓ-VC/CONTRA-TEO. O texto está absolutamente claro e não deixa brechas quando o assunto é o alvo da crítica de Teo.)
É a primeira vez que visito o blog, gostei muito… cara, você tá de parabéns! Seus textos são escritos com uma propriedade e ousadia superbacanas. Continue assim, Teo!
Paz, e grandes abraços mineiros
Deus abençoe.
Ah, quando crescer quero escrever igual a você. rs
achei o post que você comentou aquele dia! (nossa, há séculos não passo aqui!) vou evitar entrar na discussão. até porque acho que não tenho mais nada a acrescentar. e você já deve imaginar meu posicionamento.
só pra dizer que li. e gostei. e me revoltei com a incapacidade de alguns para entender. maaaas…
hasta!