Acordei com uma vontade imensa de ser relevante.
Levantei de minha cama querendo fazer o mau mundo
Dar sonoros e severos passos rumo adiante e além.
Mas a xícara de café amargo me fez desistir de tudo.
O pequeno ponteiro próximo ao número onze indesejável
Informava em tom inexorável que eu cheguei muito tarde.
Carros e pedestres já agitam há muito as avenidas.
O som deles já preenche o ar desde bastante cedo.
São numerosos e abrangentes, e o medo me escraviza.
Já há mal demais, não há ação contrária a se tomar.
Como as formiguinhas eleitorais, sob estrelas e lua
Saem furtivos na rua espalhando perversos panfletos.
Sim, é tão tarde e tantos já leram! Estou inutilizado!
Entre a irritação auto-indulgente e vários discursos
Convulsivos e incontroláveis nascidos no fundo do ser,
Uma centelha pálida acende grande e duvidoso incêndio.
Por um instante, antes de reconstruir em hábil tempo
A confortável casa em que minha mente habita ditosa,
Vislumbrei a horrorosa fuligem dos porões esquecidos.
Ali vejo o não-ser entronizado, soberano sob e sobre o solo.
Sua majestade discreta na superfície esbanja então poder
E preenche a profundeza com infindáveis requintes malignos.
Sinistra visão que em segundos falou mais que toda uma vida.
Percebi que o fundo do meu ser era somente um tão raso vau.
No fundo real do não-ser estava o potente império da negação.
Sim, se eu acordar cedo farei igual! Estou inutilizado!

Inutilizado de qualquer modo… Esse é o mal.
(Tenho sérios problemas de sensibilidade para comentar poemas.)
Té.
Às vezes, Teo, você vai muito longe. Tão longe que eu não consigo te acompanhar… sou desprovida das faculdades necessárias para tal…
Não apela, Bia! =)
“Ali vejo o não-ser entronado, soberano sob e sobre o solo.
Sua majestade discreta na superfície esbanja então poder
E preenche a profundeza com infindáveis requintes malignos.”
essa foi a forma mais poetica de se dizer: sentei no vaso e caguei ate incher… temendamente profundo isso.. rsrsr
Pois é, cada um enxerga a poesia através de algo de si próprio. Se é isso que você vê nesses três versos, só posso entender que você tem merda na cabeça. :p haha
Neeeeeeeeext!
rs… pelo menos no meu caso eu acho que é falta de sensibilidade sim, teo… mas há quem diga que é sensibilidade em excesso, heheheh. talvez um dia a gente ache um teste pra descobrir que tipo que é. =p
Décima primeira hora? Tu ainda consegue? hehe
Tem de se sentir inutilizado mesmo rs…
Muito bom poema…
Vc Teo e um dos motivos que aproximo de Deus! Para dizer muito obrigada por menino.
Grande Fé, Grande Ganho
Percebendo-o Jesus, disse: Por que discorreis entre vós, homens de pequena fé, sobre o não terdes pão? Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães para cinco mil homens…? S. Mat. 16:8 e 9.
John McNeil, pastor nas ilhas britânicas, relata que certa vez pastoreou uma igreja que tinha pesadas dívidas. Isso o preocupava, e ele orou muito a respeito. Certo dia, um estranho foi ao seu escritório, disse que tinha conhecimento da dívida da igreja e ofereceu ajuda. A seguir, deixando um cheque em branco sobre a escrivaninha do pastor, disse-lhe que preenchesse o valor na quantia necessária, prometendo retornar mais tarde para assinar o cheque.
O pastor não podia crer no que acabara de ouvir. Depois que o desconhecido partiu, ele começou a racionalizar: “Isso não pode ser verdade. Será que esse homem entende que nossa dívida chega a milhares de libras? Duvido que pagasse tudo, se soubesse o total. Mas ele me mandou colocar o valor completo. Não, isso seria injusto; seria querer tirar vantagem. Vou colocar só a metade do valor.” E foi o que ele fez.
Quando o estranho retornou, assinou o cheque sem hesitar. Obviamente estava falando sério. O benfeitor da igreja era um bem-conhecido filantropo. Quando o pastor entendeu que o homem era plenamente capaz de cobrir a dívida, desejou ter escrito o valor total que a igreja devia.
Ver o Invisível
Que é a fé? É a convicção segura de que alguma coisa que nós queremos vai acontecer. É a certeza de que o que nós esperamos está nos aguardando, ainda que o não possamos ver adiante de nós. Heb. 11:1 (A Bíblia Viva).
Antes mesmo que houvesse telescópios suficientemente poderosos para verem o planeta Plutão, Percival Lowell, astrônomo americano, cria na existência desse planeta em nosso sistema solar. Ele chegou a essa conclusão mais de 15 anos antes de o planeta ter sido descoberto por Clyde W. Tombaugh, no dia 18 de fevereiro de 1930.
A crença de Lowell não foi nenhuma adivinhação ou palpite 0casual.
Ele chegou a essa conclusão através de observações sistemáticas e cálculos cuidadosos das órbitas de Netuno e Urano. As perturbações que ele observou nessas órbitas o convenceram de que devia haver um planeta além de Netuno. Tão confiante estava Lowell na existência dele, que deu às primeiras duas letras do nome do planeta a ser descoberto ainda as iniciais de seu próprio nome – p e l. Predisse também que o planeta seria encontrado perto da estrela Delta da constelação de Gêmeos. A crença de Lowell foi confirmada após sua morte, quando Tombaugh fotografou e estudou a região sideral de Gêmeos e descobriu o planeta previsto.
A fé na realidade do Céu, assim como a crença de Lowell na existência de Plutão, não é um palpite casual. Repousa sempre na “certeza” subjacente da evidência. Hypostasis, a palavra grega traduzida como “certeza” em nosso texto, é usada nos papiros antigos para significar um documento legal através do qual uma pessoa provava ser proprietária de um bem. Em outras palavras, um título de propriedade.
Exercendo fé, você e eu podemos já considerar-nos na posse das maravilhosas coisas que Deus tem prometido. Isso nos capacita não só a reivindicar bênçãos prometidas para o futuro, mas a recebê-las e desfrutá-las agora. Dessa maneira, aquilo que os olhos naturais não podem perceber (I Cor. 2:14), é visível aos olhos