O Próximo

- Saudoso Jesus! – gritava um mendigo sentado nas escadarias da igreja. Os que passavam pela praça à frente não se importavam mais com aquele maltrapilho paralítico. Todos o viam como insano, e exceto por alguns alunos engraçadinhos que se colocavam a zombar à distância durante a saída da escola, ninguém dirigia a palavra a ele.

Toda a cidade passava por aquela praça durante o dia, e também nas noites em que havia algo para se fazer fora de casa. Assim são as praças de antigas cidades pequenas. Portanto, não havia quem não já tivesse ouvido aquele louco gritar nostálgico chamando por Jesus. A verdade é que ele não gritava outra coisa que não fosse relacionada à sua tristeza pela ausência do Cristo.

- Ai! Que saudade de Jesus!

Naquele dia saía de uma péssima aula Roberto, um dos alunos da única escola na cidade. Já com dezesseis anos, se preparava para se mudar daquela vila. Queria fazer um curso superior em uma cidade maior. Ou trabalhar em algo. Não sabia ainda o quê. Qualquer coisa serviria. O que ele queria era sair do claustro que representava aquela cidade. Sim, pois cidades pequenas sufocam espíritos grandes. Há olhos atentos e bocas ativas por todas as partes. O que é visto é dito, não exatamente conforme a verdade. As vidas são teatrais. Quem dissona no refrão enfadonho do poderio estabelecido tem a alma decapitada, e enfrenta o desdém e a severidade de faces impassíveis.

Era ainda bem jovem Roberto, mas já tinha padecido por sua grandeza. Nem ele sabia que era grande, ou mesmo o que vinha a ser alguém grande. Nasceu no lugar e tempo errado o menino. Nascido em Judá seria profeta. Nascido na Grécia seria mestre. Mas como era nascido naquele ninho, era um mero excêntrico. E, pior, não sabia que o problema não estava com ele.

Ainda nascido no mesmo Brasil, Roberto teria mais chances de viver sua plenitude se vivesse em outros ares. A cidade grande, impessoal e assustadora, seria mais cruel à subsistência, mas não oprimiria sua essência, pois o enorme espaço vazio à sua volta seria preenchido pela extensão de si próprio. Até mesmo o campo poderia ser um melhor ambiente para aquele nobre ser. A ausência dos olhares e dizeres malditos da pequenez seria de maior proveito.

Mas era na pequena cidade que infelizmente ele pousara. Justamente ali, onde fatos e atos, ou a ausência destes, contribuíam para o ofuscamento de um homem com luz própria. A enganadora tranqüilidade era conseguida a preço de falsidade, vigilância insone e atrofiamento de caráter. Sacrificava-se de tudo em nome da ordem microurbana, principalmente a verdade e a bondade. Em cidades pequenas vive-se uma pax romana celebrada à sombra de cruzes, sobre um tapete de sangue.

Tivesse Roberto percebido algum dia esse quadro sinistro teria corrido com todas as suas forças para longe daquele lugar, buscando um que fosse melhor. Mas ele tinha apenas vislumbres de tal realidade, que não o ajudavam a entender o todo muito bem. Continuava achando, como sempre até então, que o problema era realmente nele.

Como se disse, ele saía da escola naquele dia. Atravessava a praça, até porque não tinha outra opção melhor de caminho para chegar em casa. Sob o sol de quase meio-dia passou em frente à escadaria da pequena igreja e ouviu, como de costume, o louco dizer algo, dessa vez  “saudades do Senhor Jesus Cristo”.

Roberto parou à sombra de uma árvore e olhou para aquele homem. Já tinha ouvido diversas vezes frases como aquela vindas daquele mendigo, mas agora elas pareciam chamar a atenção dele, não sabia por quê. Começou primeiramente a pensar quem seria aquele homem. Tinha certeza que devia haver uma história, mas uma história diferente daquelas que contavam pela cidade. Sim, haviam muitas histórias. Loucos de pequenas cidades como aquele mendigo acumulam em torno de si lendas, tornam-se mitos.

E as lendas eram muitas sobre aquele pobre homem, já que ele era o único tido como louco na cidade, o que canalizava a criatividade local para ele. Uns diziam que aquele era outrora um rico fazendeiro que perdeu a razão ao mesmo tempo que perdia a mulher por ser infiel. Outros contaram que era uma bela criança que se tornou naquele homem em estado lastimável por ser desobediente aos pais, e ter atraído para si maldição. Ainda havia quem dissesse que tinha ficado louco por não gostar de trabalhar, sendo massacrado por sua ociosidade.

Nada daquilo fazia sentido para Roberto. Julgava tudo isso como meros contos de terror para assustar crianças desobedientes, maridos tediosos ou jovens preguiçosos. Olhando atentamente para aquele homem velho, cujos cabelos e barba não sabiam o que era o toque de uma lâmina há muito, cujas roupas não eram trocadas desde que se tinha notícia dele, cujas pernas inertes e atrofiadas davam pena, parecia agora que a situação daquela vida não era tão simples como se julgava.

Roberto tentou depois entender porque ele gritava as tais saudades. Por que ele sentiria falta de Jesus? Ele achava que já tinha estado com Jesus? O jovem trouxe à mente a imagem das pessoas que poderiam estar próximas a Jesus. Os fiéis daquela igreja em cuja escadaria se assentava o mendigo se diziam próximos, mas Roberto os via distantes do céu, com moral e atitudes muito terrenas, por assim dizer. Não pareciam se lembrar de Jesus fora daquela bela igrejinha, a não ser que uma tragédia ou dificuldade os atingisse. Nessa hora chegavam a desesperar-se clamando ajuda de Deus e dos santos.

Havia ainda uma outra igreja na cidade. Era recente, e bem diferente da igreja da praça. Para Roberto os novos cristãos pareciam barulhentos e ascetas. Via-os como alienígenas. Não tinham imagem ou crucifixos em seus templos e falavam línguas que ninguém entendia. Seria aquele homem louco um antigo participante de uma dessas igrejas? Talvez um católico atormentado por uma tragédia, pensou. A outra igreja era recente, e aquele homem gritava seus lamentos desde muito tempo antes. E, de qualquer forma, ambas pregam um Ressurreto Senhor Glorioso e distante. Aquele homem parecia achar ter conhecido Jesus pessoalmente. Mais uma pergunta ficava sem resposta.

Roberto começou a duvidar da própria sanidade.”Estou tentando compreender e justificar um doido?”, pensou. Por um instante teve a impressão que o mendigo era mais velho que a cidade.  Parecia que a praça, as escadas, as casas, o comércio e até a igreja foram construídos à volta do homem. O rapaz sentiu-se louco. Para tentar afastar suas dúvidas e recuperar a certeza da razão tomou uma decisão drástica. Vacilante, tremendo um pouco e meio intimidado pelos possíveis pensamentos e comentários dos que vissem a cena, caminhou em direção ao mendigo. Quando criança ouvia de sua mãe para ficar longe dele, pois se tratava de um louco perigoso. Mas de perto aquele velho parecia tão frágil quanto um galho seco. Não havia ameaça possível – o pobre homem sequer podia ficar de pé.

Uns alunos que passavam ali viram a cena. “Olha lá o Roberto”, diziam. “Ele vai bagunçar com o doido”. Os moleques se reuniram à distância e ficaram esperando o que Roberto faria. “Mas ele não é disso”, lembravam outros. Havia quem tentasse prever as ações seguintes: “vai tacar uma pedra”, “vai gritar com ele”, “vai chutar”.

Até mesmo por suas expectativas, os meninos ficaram chocados com o que se seguiu, e se perguntavam se Roberto também tinha enlouquecido. O jovem caminhou para muito perto do mendigo e, em seguida, sentou-se ao lado dele. Enquanto os meninos que assistiam arregalaram os olhos, pensou em como iniciar aquela conversa. Imaginou que seria educado e coerente iniciar perguntando o nome daquele homem.

- Como o senhor se chama?

Apenas o louco ouviu aquela frase. Aos ouvidos de qualquer outro morador daquele lugar ela soaria surreal. Chamar o maluco de senhor era um tratamento digno demais para qualquer um aceitar. E ninguém estava interessado em saber o nome de um mendigo. Todos já tinham apelidos pra ele. Zé Jesus, Zé Saudade, Perninha… não faltava do que chamá-lo. Mas o nome ninguém sabia. Não era conhecido sequer se ele tinha um nome, algo tão humano, que indicava a preocupação de alguém em dar-lhe algo pelo qual fosse sempre conhecido. Não, aquela criatura era indigna demais para ter um nome na visão dos moradores daquela cidade.

Roberto, sem perceber, humanizou, dignificou e pessoalizou aquele homem tão bestializado. Tratado a pedradas e insultos, alguém agora perguntava por seu nome. O homem ficou de cabeça baixa, tal qual estava quando gritara há pouco. Seu olhar parecia atravessar o chão. Não demonstrou nenhuma reação à pergunta de Roberto. Apenas falou calmamente, quase sem mover os lábios.

- Cássio, menino.

Respirou fundo e olhou para o céu por alguns instantes. Fechou os olhos e voltou-se para Roberto, continuando a falar.

- Tenho certeza, menino, que me assento aqui neste lugar desde antes de você nascer. E desde que eu consigo me lembrar, ninguém perguntou meu nome até hoje. Você é o primeiro neste lugar a saber que tenho um nome.

Embora esperasse sinceramente por um nome não esperava por uma frase tão lúcida. “Essa declaração faz mesmo sentido ou eu perdi a razão como ele”, pensava Roberto. Perdia-se em rápidas cogitações como essa quando Cássio o surpreendeu ao continuar falando.

- Mas você não pode ter vindo aqui apenas para perguntar meu nome. Qual o real motivo de ter me abordado? E, aliás, você não me disse seu nome.

Roberto gaguejou um pouco ao falar em resposta, tentando organizar uma frase que soasse bem. “Estou escolhendo as palavras com um louco”, pensou ele antes de responder. “Mas ele já não parece tão louco”, tranqüilizou-se.

- Meu nome é Roberto. E realmente não vim apenas perguntar seu nome. Tenho uma pergunta a fazer.

- Muito bem, Roberto. Você é o primeiro desta cidade que eu conheço pelo nome. Faça sua pergunta.

O jovem hesitou um pouco ainda. Não esperava conversar de igual para igual com Cássio como fazia agora. Não estava preparado para aquele encontro de qualquer forma, já que tudo tinha acontecido de uma maneira tão inesperada, mas as coisas estavam mais estranhas do que ele podia esperar.

- Minha pergunta é sobre o que você diz todos os dias. Por que você diz que tem saudades de Jesus?

- Talvez você já tenha pensado que eu grito isso por achar já ter encontrado o próprio Cristo face a face.

A percepção de Cássio demonstrada nessa afirmação foi bastante surpreendente para Roberto, que não esperava capacidade de percepção nenhuma naquele homem. Convenceu-se que Cássio não era louco, ou que ambos eram loucos.

- Não, Roberto, não é por isso – continuou Cássio. – Minha saudade é devido a um motivo simples, mas que faz toda a diferença. Se Jesus ainda caminhasse entre nós, e me visse, ele certamente sentaria ao meu lado, olharia em meus olhos, perguntaria meu nome, falaria comigo. Mesmo que ele não me curasse a paralisia das pernas seria suficiente para mim. Por isso, menino, quando eu vejo aqueles que se chamam cristãos, que adotam o nome como se fossem pequenos cristos, entrar nesta igreja ignorando-me, passar pela praça jogando-me pedras, insultando-me ou amaldiçoando-me, que posso eu fazer senão sentir saudades do Cristo? Você pode dizer, se for cristão, não sei se é, que Jesus está vivo, no céu. Eu sei, menino, eu sei. Mas eu preciso dele aqui.

Roberto calou-se. Não sabia e não queria dizer nada. Os meninos na praça já zombavam entre si, dizendo ser ele o mais novo louco da cidade. Cássio dirigiu-se a ele novamente.

- Levante-se e vá embora, Roberto. Não queira que insultem você também. Mas saiba que você me mostrou um pouco do caráter daquele por quem clamo todo dia. Agradeço a você, menino. Hoje sinto menos saudades.

Sem pensar, e sem se despedir com muita coisa além de um movimento de cabeça, Roberto levantou-se e foi em direção à sua casa, sob gritos dos moleques. Andou rápido, enquanto sentia-se olhado por todos os cantos. Quase correu para tentar se livrar daquela sensação, mas manteve a compostura. Não pensava em outra coisa a não ser fechar-se em seu quarto.

Entrou rápido em casa, e fechou a porta, apoiando nela as costas, ofegante. Na sala estavam seu pai e um desconhecido, que portava uma caixa aberta sobre a mesa, sobre a qual colocava suas mãos. O pai tinha uma arma na mão.

- Venha ver minha nova pistola, Roberto. Coisa boa mesmo.

O rapaz aproximou-se mais por submissão que por interesse. Olhou a arma como se quisesse examiná-la. Fez um gesto com a cabeça que acabou satisfazendo seu pai e foi para seu quarto, ouvindo o diálogo dos dois atrás de si.

- Vai testar hoje à noite mesmo?

- Sim, já está tudo certo! Vou aproveitar e ver como ela trabalha com essa munição que você me passou.

De seu quarto Roberto só saiu para almoçar, voltando para lá logo depois. Manteve a fechada a janela, que dava para a praça. Fechou inclusive as cortinas, o que deixou o quarto escuro, fazendo com que ele quase não percebesse a chegada da noite. Pensou por horas seguidas. Trazia à mente o que sabia de Jesus, pensava no que ouviu de Cássio e no que via nos cristãos à sua volta. Passou a imaginar os possíveis atos de Jesus em diversas situações. A toda hora o mendigo inesperadamente eloqüente passava por sua mente, em uma lembrança aterradora que o confundia e provocava.

Deitado, sem saber que horas eram, Roberto ouviu sons de cascos de cavalo sobre o pavimento da rua, o que o fez voltar de suas considerações. Finalmente considerou que talvez fosse muito tarde, o que foi confirmado por seu relógio, que marcava quatro da manhã. Por impulso, motivado por abafados sons de vozes, o rapaz abriu a janela. Olhou para a praça e viu, sobre a escadaria da igreja, um homem em pé, enquanto dois outros começavam a subir os primeiros degraus. O primeiro desceu até a praça e veio caminhando na direção da casa de Roberto. Os últimos abaixaram-se e pegaram algo grande. Levaram até uma carroça atrelada a um cavalo e o jogaram sobre a carroceria. No momento em que faziam isso, ao levantar o que carregavam, Roberto reconheceu  Cássio amordaçado.

O homem que se dirigia para a casa de Roberto já estava próximo, o que lembrou o rapaz de fechar a janela e espiar por uma fresta. Quando o homem passou pelo portão Roberto, que estremecia por pensar se tratar de um bandido, reconheceu seu pai, que entrou na sala de casa, abriu uma gaveta e saiu rapidamente. Roberto viu quando ele, na varanda de casa, acomodava a pistola nova na cintura. Viu também quando ele alcançou a carroça já em movimento e subiu a bordo (se é que se pode chamar de estar a bordo o fato de estar em uma carroça). Próximo ao amanhecer, viu quando seu pai voltou, e também viu como todos tomaram café como se nada tivesse acontecido. Mas não viu Cássio na praça quando saiu para a aula.

Era suficiente para que Roberto não só entendesse, mas acreditasse. Ele já tinha entendido quando seu pai saiu com arma, mas foi preciso não ver Cássio na praça para crer. Seu pai tinha  testado a arma na noite passada. E o alvo tinha sido o louco. “Óbvio. Que diferença faria aquele insano maltrapilho diante de um novo e potente brinquedo?”, pensou. Parou no meio da praça, à frente de onde Cássio sempre ficava. Chorou discretamente e, sem que nem ele esperasse, gritou.

- Passantes da praça, habitantes da Mediocridade, cidadãos de Pequenez! Que são os loucos para os propósitos de semelhante gente que vejo diante de mim? Um mero vapor que se sopra e logo some. Mas quem é mais louco, Pequenos? Aquele que sabe que nada é ou o que se julga elevado e despreza o primeiro? Saibam que hoje aquele que antes clamava daquela escadaria foi se encontrar com aquele de quem ele tanto sentia falta. E digo com certeza: encontrou reciprocidade onde chegou.  Hoje vocês se sentem como se tivessem tirado o refugo de dentro de sua casa, mas na verdade atiraram fora sua valiosa pérola. Louco é quem lança longe seus objetos de valor e guarda para si a imundície. Sim, imundos vocês são! Maldita cidade, maldita ordem, malditos! Não sou de vocês.

Todos ouviram calados. Ao fim do discurso todos continuaram o que estavam fazendo. Roberto sentou-se na escadaria e observou. Ninguém falou com ele, nem para lhe questionar as palavras, nem para concordar. Voltou para casa, mas não se sentiu bem. Não dirigiam a palavra a ele, e agiam como se ele não estivesse ali. Saiu e sentou-se na escadaria de novo e pôs-se a observar. E não fez outra coisa por muito tempo.

Uma geração depois de todas essas coisas ainda há um louco naquela praça. A cidade cresceu pouco, mas recebeu mais pessoas e mais praças. Mas naquela mesma escadaria se assenta outro doido. Zombam dele da mesma forma que zombavam do outro. Criaram lendas e apelidos para ele da mesma forma que criaram para o outro. É velho e maltrapilho. Um dos antigos moradores que o visse só não o reconheceria como o antigo louco por este que agora lá se assentava ser capaz de andar. E também por sempre ser ouvido clamando algo meramente parecido.

- Saudoso Jesus! Saudoso Cássio! – diz ele diariamente.

11 Respostas para “O Próximo”

  1. Bia Disse:

    Moço, moço, pirei! Moço de Rondônia que coisa é essa? Esse teu jeito de escrever consegue conter minha ansiedade frente a todo texto enorme. Me agarra, me amarra, me prende… e eu fico comportadinha. Corpo educado, olhar atento, mão comportada, mente fixa. Não paro até terminar. E quando termina, eu quero mais no primeiro momento, depois eu já não quero, começo a ver a perfeição. Moço, moço… vc vai longe e eu vou gostar de contar essa história de que eu te lia da época que tu escrevia de graça! Heheheheeee… Saudoso Jesus… to com saudade dele tbm! Fique em Deus!

  2. Teo Victor Disse:

    Obrigado, Bia! Mas eu acho que eu nunca vou deixar de escrever de graça. Na verdade, eu pago pra escrever, isto é, pra manter o domínio .com no ar, hehehehe. Constantemente me pergunto se vale mesmo a pena. Mas isso é outra história.

  3. Gerah Disse:

    \o/

    Mano! Vou fazer uma coisa bem rara, vou elogiar sem piadas.
    Muito bom mesmo o texto. \o/
    Um dos melhores da história do blog…
    Só num vou fazer um comentário igual o 1º pq ia ficar meio #@$ ehauea Num aguentei…

    Mas mt bom mesmo o texto…

    Dta mano…

  4. Dâmaris Disse:

    Excelente texto. Quando você me contou a histótia por cima, não sabia que era tão rica em essência. Sua mente me encanta. Quero ler de você pra sempre.

    Te amo.

  5. Lindoélio Lázaro Disse:

    Que maravilha!
    Confesso. A emoção tomou conta de mim, e mais, o reconhecimento aflorado da loucura do homem!
    Que saudade de Jesus!
    Parabéns pelo texto, mano! É lindo mesmo!
    E, agora que eu tive a honra de conhecer um pouco dos seus escritos, espero mesmo que não pare de escrever de graça [risos]…
    Um abraço!

  6. mczbahiano Disse:

    mano, isso cabe num monólogo pra ser
    gritado aos quatro cantos. vc me faz
    “quase chorar”. bom saber que Deus é
    glorificado através da sua vida.

  7. kessia Disse:

    geralmente tenho preguiça de ler textos grandes heheh mas o seu me prendeu do início ao fim..
    gosto dos detalhes tipo “Nascido em Judá seria profeta. Nascido na Grécia seria mestre. Mas como era nascido naquele ninho, era um mero excêntrico” ou “tão frágil quanto um galho seco”..

    fico pensando se a historia n tem uma pitada autobiográfica.. rs

    em todo caso, me fez pensar.. bastante

    c casa em janeiro é?? parabens!! qto tempo vcs se conhecem?

  8. Teo Victor Disse:

    Kessia, concordo com a idéia de que toda ficção tem um pouco de autobiografia. Mas se esse texto tem essa porção, e agora que você mencionou vejo que a tem, é involuntária. E nos conhecemos há um ano e meio.

    Obrigado, mcz e Lindoélio! ;)

    Pra constar, eu não tinha idéia de que título colocar. A Dâmaris me salvou…

  9. Thiago Mendanha Disse:

    Teo, quanta profundidade e poesia neste conto! Aliás, que bicho (de Rondônia) te mordeu para que escrevesse tão belo texto? [rs]

    Abraços!!!

  10. Teo Victor Disse:

    Sei que bicho é esse não, hehe.

  11. Jaider Disse:

    Mano.. Sem palavras… Texto maravilhoso… Seja de graça ou não sei que nunca perderam a essência, riqueza e pureza nas palavras… otimo conto…

    Abração…

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